Soluções Integradas para a Cadeia Produtiva do Leite e da Carne

Blonel, do Brasil para o mundo

Touro Desejo, da Blonel.com

Conjugar a rusticidade com a máxima produção de qualidade. Este é o grande desafio no agronegócio, especialmente em países tropicais como o Brasil. As receitas de sucesso podem alterar seus ingredientes, mas todas possuem algo em comum: o produto híbrido.

Foi assim com o café, com o porco, asinino e muar, milho, frango, com o capim, gado leiteiro, soja, cana e como não bastasse, também com o gado decorte. O produto puro de origem possui suas qualificações específicas, determinadas pela seleção que a própria natureza realiza em seu berço genético.Nos meios mais inóspitos sobrevivem apenas os resistentes, destacando-os pela rusticidade, importante característica para se minimizar o custo de produção.


Bezerro blonel mamando em sua mãe.


Por outro lado, a alta performance é encontrada onde a seleção obteve precocidade aliada à rentabilidade com otimizada conversão nutricional e qualidade produtiva.Na pecuária de corte, a junção de tudo significa um animal que gasta pouco, come menos, cria antes e termina rápido com grande rendimento de carcaça, tanto no abate como na desossa, rendendo peças de carne macia e saborosa.

Este resultado, após inúmeras experiências, foi obtido no cruzamento entre o bos indicus (zebuíno) Nelore, com o bos taurus (europeu) Blonde. A fusão das complementaridades destas raças fez nascer o produto ideal.Bastava daí, a fixação genética de todas as virtudes.


Animais Blonel a campo.


O processo científico de sucessivos cruzamentos entre as duas raças-base, através da biotecnologia dos tempos modernos aplicada à pecuária, sempre com a utilização de sêmen de touros provados em testes de progênie, fixou o híbrido no grau sanguíneo de 5/8 Blondecom 3/8 Nelore.

Este é o Blonel, indicado para o criador de raça pura, na produção de matrizes e touros melhoradores, ou para seu cruzamento, tanto com raças zebuínas como taurinas. Outra opção, com resultados também surpreendentes, é a sua utilização sobre os demais produtos de cruzamento, as chamadas F1, com o incremento do vigor híbrido e porções eqüitativas de origem indiana e européia no produto final.

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