Transição águas-seca exige planejamento e suplementação nutricional para o gado

A chegada do período de transição águas-seca é uma das épocas do ano mais difíceis para o rebanho, que sofre com a redução de volume e qualidade do pasto, uma vez que a falta de chuva faz com que o capim reduza o ritmo de crescimento. Com isso, a proteína do pasto pode cair de 8 a 10% para menos de 6%, enquanto a fibra aumenta, reduzindo a qualidade da forragem, com consequente prejuízo para o desempenho do rebanho. O planejamento correto e a suplementação podem evitar os efeitos negativos do período, garantindo a rentabilidade da propriedade.
Terminação Intensiva a Pasto avança no Brasil e eleva produtividade da pecuária sem ampliar áreas de pastagem

A Terminação Intensiva a Pasto (TIP) vem ganhando espaço na pecuária brasileira como alternativa eficiente para elevar a produtividade do rebanho sem necessidade de abertura de novas áreas. O modelo, que combina suplementação concentrada com pastagens bem manejadas, tem se consolidado como uma solução intermediária entre o sistema extensivo tradicional e o confinamento.
Com ganhos expressivos em desempenho animal, redução de custos operacionais e melhora no aproveitamento das áreas de pastagem, a TIP se tornou uma ferramenta estratégica para produtores que buscam aumentar rentabilidade e atender às crescentes exigências por sustentabilidade no agronegócio.
Planejamento alimentar garante desempenho do gado durante o inverno

Com a chegada do inverno e o avanço do período seco em grande parte do Brasil, produtores rurais intensificam o planejamento alimentar dos rebanhos para evitar perda de peso, queda na produção e prejuízos econômicos. A redução da oferta e da qualidade das pastagens nesta época do ano exige estratégias que garantam o fornecimento adequado de nutrientes aos animais.
Alimentação do gado na seca: estratégias para o inverno

Com a aproximação do período de seca na região Centro-Oeste, produtores rurais devem intensificar o planejamento para manter a saúde do rebanho durante o inverno, segundo orientações da Embrapa Gado de Corte. Entre maio e setembro, o clima é marcado por baixa umidade relativa do ar, ausência de chuvas e alta amplitude térmica, o que reduz a quantidade e a qualidade das pastagens disponíveis.
Forragem hidropônica muda o jogo na pecuária e garante alimentação verde o ano todo

A forragem verde hidropônica (FVH) vem ganhando destaque no cenário da pecuária moderna como uma solução inteligente, econômica e sustentável para a alimentação animal. Trata-se de um sistema de produção de alimento vivo, cultivado sem solo, que transforma grãos de cereais como milho, aveia, cevada e trigo em uma massa verde altamente nutritiva, rica em proteínas, vitaminas e minerais. O processo, que dura cerca de sete dias, é feito em ambiente controlado, com temperatura, umidade e luminosidade ajustadas, resultando em um alimento de alta digestibilidade (90 a 95%), ideal para bovinos, equinos, ovinos e caprinos. A forragem hidropônica representa um avanço tecnológico na pecuária, pois permite produzir alimento de alta qualidade durante todo o ano, independentemente das condições climáticas. Em regiões afetadas por secas ou excesso de chuvas, a FVH assegura um fornecimento constante de pasto verde, garantindo autonomia e segurança alimentar ao produtor rural.
Estratégia alimentar ajuda a manter rebanhos bovinos durante a seca

O período de seca na região Centro-Oeste está próximo, e o pecuarista precisa se programar para manter o gado saudável durante os meses de inverno. Entre maio e setembro, o clima é caracterizado por uma baixa umidade relativa do ar, ausência de chuvas e alta amplitude térmica, com dias quentes e noites frias, o que diminui a quantidade e a qualidade do pasto fornecido aos animais. Dessa forma, a alimentação dos rebanhos precisa ser reformulada, com a adoção de estratégias que evitem a desnutrição e a perda de peso dos bovinos.
Planejamento forrageiro antecipado reduz impactos da seca na pecuária

Com a chegada do período seco, o planejamento alimentar do rebanho se torna decisivo para evitar perdas produtivas e econômicas na pecuária de corte. A recomendação é iniciar as estratégias ainda na transição entre águas e seca, garantindo disponibilidade de forragem e manutenção do desempenho animal nos meses de menor crescimento das pastagens.
Planejamento forrageiro na pecuária cresce e se consolida como estratégia contra impactos da instabilidade climática

A intensificação da irregularidade climática e a necessidade de maior eficiência produtiva têm acelerado a adoção do planejamento forrageiro na pecuária brasileira. A estratégia vem ganhando espaço como ferramenta essencial para reduzir riscos na oferta de alimento ao rebanho, especialmente durante períodos de estiagem.
Nesse contexto, o uso de forrageiras de alto potencial produtivo e maior estabilidade ao longo do ciclo, como o capim Mavuno, tem se consolidado como alternativa para sustentar sistemas mais previsíveis e resilientes.
Estudo identifica genótipos de novas cultivares de pastagem

Estudo avaliou variabilidade de mutantes derivados das cultivares Tully, Llanero e Conda, Urochloa humidicola e marandu, visando identificar materiais promissores para programas de melhoramento gen
Mapa amplia Zarc Níveis de Manejo e eleva subvenção do seguro rural para até 50%

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Embrapa, avançou na modernização da gestão de riscos no campo ao aprovar a segunda fase do Zarc Níveis de Manejo (ZarcNM). A decisão foi tomada pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), por meio da Resolução nº 111, e prevê a ampliação do projeto para novas unidades da federação, além do aumento nos percentuais de subvenção ao prêmio do seguro rural e da inclusão de uma nova cultura a partir de 2026.
A iniciativa busca estimular a adesão de produtores ao seguro rural, aliando tecnologia, ciência e política agrícola. O modelo também valoriza boas práticas no campo e contribui para a redução dos riscos produtivos.