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	<title>Boi a Pasto &#124; www.boiapasto.com.br</title>
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	<description>Soluções Integradas para a Cadeia Produtiva do Leite e da Carne</description>
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		<title>Boas práticas de manejo reduzem risco de erosão</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:12:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaque display]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Kamila Pitombeira* Técnicas adequadas aumentam índice de matéria orgânica no solo e diminuem liberação de gás carbônico Nos últimos 30 anos, muitos produtores adotaram práticas conservacionistas, principalmente o sistema plantio direto (SPD). Esse sistema é uma das técnicas agrícolas sustentáveis do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC). A adoção de boas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/manejo-do-solo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2145" title="manejo do solo" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/manejo-do-solo.jpg" alt="" width="470" height="349" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Kamila Pitombeira*</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="color: #008000;">Técnicas adequadas aumentam índice de matéria orgânica no solo e diminuem liberação de gás carbônico</span></span></strong></p>
<p>Nos últimos 30 anos, muitos produtores adotaram práticas conservacionistas, principalmente o sistema plantio direto (SPD). Esse sistema é uma das técnicas agrícolas sustentáveis do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC). A adoção de boas práticas de manejo do solo traz benefícios importantes, como o aumento da matéria orgânica, o que contribui para a menor liberação de gás carbônico para a atmosfera e o aumento da cobertura do solo, protegendo-o contra a erosão.</p>
<p>“Uma forma adequada de manejar o solo consiste em práticas agrícolas que visam à sua conservação, ou seja, sempre mantendo a perspectiva de produções elevadas na mesma área por muitos anos”, afirma Rodrigo Garcia, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste.</p>
<p>Segundo ele, o sistema de plantio direto se encaixa nesse conceito, já que um dos maiores benefícios é seu caráter conservacionista, evitando as perdas de solo por erosão, menor lixiviação de nutrientes e maior capacidade de armazenamento de água.</p>
<p>“Um sistema de plantio direto bem manejado e consolidado é dependente de algumas práticas agrícolas, como a ausência de revolvimento do solo, a manutenção de palha na superfície ao longo do ano e a alternância de espécies vegetais na área (rotação de culturas). Somente com a adoção dessas 3 técnicas agrícolas, esse sistema conservacionista se consolidará e trará maior rentabilidade ao agricultor”, explica o pesquisador.</p>
<p>Para Garcia, uma boa rotação de culturas se baseia na alternância de espécies que apresentam características distintas. Desse modo, seriam usufruídos os pontos positivos de cada espécie vegetal. Por isso, a rotação entre gramíneas e leguminosas é a mais recomendada.</p>
<p>“De forma geral, as leguminosas apresentam maior capacidade de melhorar a fertilidade do solo e a gramíneas são mais aptas no crescimento de raízes e produção de palha. No entanto, devem ser levadas em consideração as características de cada área. Em caso de presença de nematóides, por exemplo, a inclusão da leguminosa crotalária seria mais indicada. No caso de elevada infestação da doença mofo-branco, a inclusão das gramíneas braquiárias e milheto seria a melhor alternativa”, orienta.</p>
<div id="attachment_2144" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/erosão.jpg"><img class="size-full wp-image-2144" title="erosão" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/erosão.jpg" alt="" width="470" height="352" /></a><p class="wp-caption-text">A adoção de boas práticas de manejo do solo traz benefícios importantes, como o aumento da matéria orgânica, o que contribui para a menor liberação de gás carbônico para a atmosfera e o aumento da cobertura do solo, protegendo-o contra a erosão.</p></div>
<p>Ainda de acordo com ele, a adoção de técnicas conservacionistas tende a melhorar os atributos físicos, químicos e biológicos do solo. Além do mais, um solo bem manejado tende a ter os teores de matéria orgânica elevados, o que é de fundamental importância para obtenção de produtividades elevadas em solos tropicais e altamente intemperizados.</p>
<p>“Nesse sentido, um sistema de produção bem conduzido, incluindo o manejo adequado do solo, tende a ser mais estável quanto às adversidades climáticas, além de apresentar menor infestação de pragas, doenças e plantas daninhas”, conclui.</p>
<p>Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Agropecuária Oeste através do número  (67) 3416-9700.</p>
<p style="text-align: right;"><em> *Texto de Kamila Pitombeira , para o Portal Dia de Campo (http://<a href="http://www.diadecampo.com.br" target="_blank">www.diadecampo.com.br</a>)</em></p>
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		<title>A tabelinha soja e carne</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 15:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conjuntura]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto de Cezar Santos Leguminosa liderou a pauta goiana de vendas ao exterior no ano passado, com as carnes em 2º lugar, mas no primeiro mês de 2012 as posições se inverteram Com sua economia baseada na agropecuária, Goiás está abastecendo o mundo. A frase que poderia soar exagerada ganha força quando se comparam os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">
<div id="attachment_2140" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tabelinha-soja-e-carne.jpg"><img class="size-full wp-image-2140" title="tabelinha soja e carne" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tabelinha-soja-e-carne.jpg" alt="" width="470" height="280" /></a><p class="wp-caption-text"> Complexo soja e carne: os dois produtos são os que mais se destacam na pauta de exportação de Goiás. Foto de Fernando Leite.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto de Cezar Santos</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="color: #993300;">Leguminosa liderou a pauta goiana de vendas ao exterior no ano passado, com as carnes em 2º lugar, mas no primeiro mês de 2012 as posições se inverteram</span></span></strong></p>
<p>Com sua economia baseada na agropecuária, Goiás está abastecendo o mundo. A frase que poderia soar exagerada ganha força quando se comparam os números das exportações goianas no ano passado e no primeiro mês de 2012, destacando os principais itens vendidos ao exterior.</p>
<p>Em 2011, o complexo soja (grãos, bagaços, óleos, etc.) liderou a pauta das exportações, com US$ 1,806 bilhão, o equivalente a 32,2% do total do período. No segundo lugar ficaram as carnes (bovina, suína, aves e outras), com US$ 1,170 bilhão, ou 20,9% do total. Já no primeiro mês deste ano, as posições foram invertidas: as carnes ficaram na liderança, com vendas no valor de US$ 93,4 milhões (24,6% do total) e a soja foi para o segundo lugar, com US$ 64,5 milhões, ou 16,9% do total. (veja números abaixo)</p>
<p>Conforme divulgou a Secretaria de Indústria e Comércio (SIC), a balança comercial goiana fechou o ano de 2011 com recorde histórico. As exportações somaram US$ 5,605 bilhões, crescimento de 38,5% sobre 2010, quando as vendas externas totalizaram US$ 4,044 bilhões. As importações também ficaram elevadas no período: US$ 5,728 bilhões, com 37% de aumento sobre o montante do ano anterior, que foi de US$ 4,175 bilhões. Mas no saldo, exportações menos importações, a balança ficou deficitária pelo segundo ano seguido, em US$ 123,2 milhões.</p>
<p>No ano passado, a corrente de comércio de Goiás — soma das exportações e importações — chegou a US$ 11,333 bilhões, um crescimento de 37% na comparação com 2010, que foi de US$ 8,219 milhões. O principal produto exportado pelo Estado no ano passado foi o complexo soja, com US$ 1,806 bilhão, o equivalente a 32,2% do total do período. Na vice-liderança ficaram as carnes (bovina, suína, aves e outras), com US$ 1,170 bilhão, ou 20,9% do total. Em seguida, pela ordem: sulfeto de cobre (12,6%), açúcar 6,1%, milho (5,4%), ferroligas (4,6%), couro (3,6%), energia elétrica (2,9%), algodão (1,6%), amianto (1,4%), além de produtos químicos orgânicos, máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos, produtos farmacêuticos e confecções.</p>
<p><strong>China</strong></p>
<p>A China foi o principal parceiro comercial de Goiás em 2011, conforme o levantamento da SIC. Aquele país asiático comprou produtos no total de US$ 1,111 bilhão, ou 19,89% do total exportado pelas empresas goianas. Outros parceiros importantes foram Holanda, Índia, Espanha, Rússia, Irã, Reino Unido, Argentina, Alemanha e Hong Kong.</p>
<p>Entre os itens importados pelo Estado em 2011, o destaque ficou com veículos automotores, tratores e suas partes, com US$ 2,627 bilhões. Também foram adquiridos de outros países produtos farmacêuticos; máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos; adubos e fertilizantes; e químicos orgânicos. A Coreia do Sul foi o país que mais forneceu produtos para Goiás, com total de US$ 1,860 bilhão. Estados Unidos, Japão, Tailândia, Alemanha, Suíça, China, Rússia, Canadá e Belaraus.</p>
<p>O município de Alto Horizonte, no Norte do Estado, foi o que mais exportou em 2011, graças ao minério sulfeto de cobre que é explorado pela Mineração Maracá, do Grupo Yamana Gold. Em seguida, os maiores exportadores foram: Luziânia, Itumbiara, Rio Verde, Anápolis, Mozarlândia, Palmeiras de Goiás, Quirinópolis, Goiânia, Catalão, Ouvidor, Goiatuba, Goianésia e Barro Alto.</p>
<p>O superintendente do Programa Produzir, da SIC, Júlio Paschoal, afirmou que o Estado e suas regiões demonstram competência na produção do agronegócio e guardam ainda muita riqueza em seu subsolo. “Goiás passa por um processo de desenvolvimento industrial devido a uma política arrojada de atração de investimentos. Gradativamente, estaremos aumentando a exportação de manufaturados, sem perder o foco na sua vocação original que é a produção de alimentos”, diz.</p>
<p>Para Júlio Paschoal, o crescimento das importações em 2011 foi causado, basicamente, pela demanda das indústrias automobilísticas e farmacêuticas, que se expandem rapidamente no Estado. “Já temos três grandes indústrias multinacionais na área automobilística e também um dos maiores polos farmacêuticos do país. São os primeiros passos para que Goiás mude a sua pauta exportadora”, ressalta.</p>
<p><strong>Produtor reclama de alto custo de produção</strong></p>
<p>Um dos produtores goianos que tiveram sua produção de soja embarcada para o exterior na safra passada foi o agrônomo e agricultor Silomar Cabral Faria, de 44 anos. Proprietário da Fazenda Rio Doce, em Rio Verde, ele planta soja, milho safrinha e sorgo safrinha.</p>
<p>Na safra 2010/2011, Silomar plantou 400 hectares de soja no verão e 140 hectares de milho safrinha. Colheu 21,2 mil sacas de soja e 14 mil sacas de milho. A produtividade alcançada foi de 53 sacas por hectare de soja e 100 sacas de milho por hectare. “Apenas 16 hectares de milho foram colhidos para silagem para usar no confinamento de 280 bois.”</p>
<p>O produtor comercializou sua produção toda pela cooperativa Comigo, tanto soja, quanto milho. Silomar conta que vendeu sua soja, em média, a 39 reais a saca (R$ 830,7 mil). O milho, a 18 reais a saca (R$ 252 mil).</p>
<p>Ele aponta como pontos fortes da agricultura em sua região o uso de pouca mão de obra, que é muito cara. Com a mecanização moderna o manejo é facilitado. Segundo ele, nos últimos anos a atividade proporcionou boa rentabilidade. “As variedades de soja e milho são muito produtivas, graças ao avanço da biotecnologia/transgênicos.”</p>
<p>Por outro lado, os pontos fracos da agricultura na região de Rio Verde, segundo ele, são o alto custo de produção, com maior risco; dificuldade de conseguir área para arrendar, principalmente devido à chegada da cana-de-açúcar na região; e o valor alto no arrendamento de terras, correspondente a 12 sacas por hectare.</p>
<p>Outros dificultadores são o preço alto de terras — Silomar contabiliza 2,5 mil sacas de soja por alqueire, cerca de R$ 100 mil — e das máquinas agrícolas. O agrônomo também lista as pragas de solo (coró, percevejo castanho, nematoides) e doenças como o mofo branco e a ferrugem e o clima (chuvas irregulares). Como não poderia deixar de ser, outra reclamação é com a condição das rodovias, que causam prejuízos aos agricultores.</p>
<p><strong> Balança comercial entra novamente no azul</strong></p>
<p>Depois de quatro meses, em janeiro a balança comercial goiana mostrou números positivos. As exportações goianas obtiveram, naquele mês, saldo positivo de US$ 105,389 milhões, proveniente das vendas ao exterior de US$ 380,700 milhões e de importações no valor de US$ 275,311 milhões. Na comparação com o ano passado, as exportações tiveram queda de 12%. As importações também regrediram 30% em relação ao mesmo período de 2011. Os números foram apresentados pelo secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, na quinta-feira, 9.</p>
<p>Baldy avaliou os números foram positivos, mesmo sendo menores que os do mesmo período de 2011. Segundo ele, a queda nas vendas ocorreu porque, no ano passado, o Estado exportou US$ 163 milhões em energia elétrica para a Argentina. “É o tipo de venda que ocorre eventualmente. Não é normal exportarmos energia elétrica. Então, se compararmos as exportações desconsiderando isso, houve uma evolução razoável na pauta de produtos de cerca de 40%”. O secretário cita alguns exemplos de crescimento como as vendas das carnes que cresceram 19%, a soja 70%, couros 122%, algodão (203%) e ferroligas (302%).</p>
<div id="attachment_2141" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Alexandre-Baldy.jpg"><img class="size-full wp-image-2141" title="Alexandre Baldy" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Alexandre-Baldy.jpg" alt="" width="350" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Baldy: &quot;Os números foram positivos, mesmo sendo menores que os do mesmo período de 2011&quot;.</p></div>
<p>O secretário destacou ainda que a balança comercial goiana, ao contrário de números nacionais e de Estados mais industrializados que Goiás, tem apresentado contínuo crescimento, em vez de retração ou estagnação. “Estamos diferentes em todos os números. A indústria brasileira cai, a de Goiás sobe. As vendas de veículos caem, em Goiás aumentam. A balança apresenta queda e a de Goiás saldo positivo.”</p>
<p><strong>Importações</strong></p>
<p>Sobre a queda das importações, Baldy disse que em janeiro do ano passado Goiás comprou mais de US$ 200 milhões em automóveis, tratores e suas partes, contra US$ 77 milhões em janeiro deste ano. A diferença, segundo ele, é o que justifica a queda das importações. “Nos meses finais do ano passado, os importadores de veículos aumentaram bastante os estoques. De certo modo, eles se preveniram contra o aumento do IPI. Com estoques altos, as compras voltaram a patamares normais.” Ele ressaltou, ainda, que após quatro meses de déficit, é um bom sinal a balança voltar a ser superavitária. Vale lembrar que, em janeiro, a balança brasileira ficou negativa em US$ 1,291 bilhão.</p>
<p>Os principais produtos exportados por Goiás no primeiro mês do ano, foram, pela ordem, as carnes (bovinas, aves e suínas) que representaram 24,6% das vendas; soja (16,9%); sulfeto de cobre (15%); ferroligas (13,4%); milho (7,8%); ouro (7,7%); couros e derivados (3,7%); algodão (3,2%); amianto (1,7%), além de açúcar e outros produtos de origem animal e preparações alimentícias. Os principais países de destino dos produtos goianos foram o Reino Unido, Holanda (países baixos), Índia, Espanha, Rússia, China, Taiwan, Hong Kong, Suíça e Finlândia.</p>
<p>Nas importações, os destaques foram veículos automóveis e suas partes (28,24%), caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (16,06%), produtos farmacêuticos (14,24%), adubos ou fertilizantes (13,73%), produtos químicos orgânicos (7,53%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,55%), seguidos de sal e enxofre, instrumentos e aparelhos de óptica e fotografia, plásticos e suas obras e borrachas e suas obras. Japão, Estados Unidos, Coreia do Sul, Alemanha, China, Tailândia, México, Países Baixos (Holanda), Rússia e Holanda foram os principais países de origem das importações goianas.</p>
<p>Alexandre Baldy demonstrou otimismo sobre o resultado da balança comercial goiana para este ano. Ele estima que o desempenho goiano deve ser similar ao do ano passado, o melhor ano da história do comércio internacional goiano.</p>
<p style="text-align: right;"><em> Publicado pelo Jornal Opção (Goiânia &#8211; GO) &#8211; <a href="http://www.jornalopcao.com.br/">http://www.jornalopcao.com.br</a></em></p>
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		<title>MT: dia de campo apresenta critérios para implantação de braquiárias no consórcio com milho safrinha</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:47:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mostrar os critérios para implantação de forrageiras no sistema de consórcio com milho safrinha está entre os objetivos da participação da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados/MS) no 2º Dia de Campo da Embrapa. O evento será realizado na Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop/MT), na sexta-feira (17), das 7h30 às 12 horas, e tem como tema geral a Integração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2135" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/consorcio-capim-milho-foto-Gessi-Ceccon.jpg"><img class="size-full wp-image-2135" title="consorcio capim milho foto Gessi Ceccon" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/consorcio-capim-milho-foto-Gessi-Ceccon.jpg" alt="" width="470" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Consórcio de braquiária com milho safrinha. Foto de Gesso Ceccon.</p></div>
<p>Mostrar os critérios para implantação de forrageiras no sistema de consórcio com milho safrinha está entre os objetivos da participação da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados/MS) no 2º Dia de Campo da Embrapa. O evento será realizado na Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop/MT), na sexta-feira (17), das 7h30 às 12 horas, e tem como tema geral a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).</p>
<p>O Dia de Campo, realizado pela Empresa  Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é voltado para técnicos atuantes nas cadeias produtivas agropecuárias, produtores rurais, professores, estudantes e empreendedores rurais e serão abordados temas em sete estações.</p>
<p>Na Estação Consórcio Milho-Braquiária, o tema específico será “iLPF: consórcio milho-braquiária em sucessão ao cultivo da soja”. A Estação será conduzida pelo analista na área de pesquisa da Embrapa Agropecuária Oeste, Gessí Ceccon, em que estará presente também o chefe geral da Unidade de Pesquisa, Fernando Mendes Lamas.</p>
<p>Entre os assuntos abordados em campo, estarão a qualidade das sementes de braquiárias, que precisam ter alta pureza e germinação para o sucesso do consórcio, e a quantidade de plantas germinadas por cada grama de semente. “O produtor adquire a semente, retira algumas amostras e coloca para germinar. Com a germinação conhecida, ele sabe a quantidade necessária para estabelecer a população adequada de braquiária no consórcio com o milho”, diz Ceccon, que fornecerá o passo a passo do processo no Dia de Campo. Outro detalhe a que o agricultor precisa ficar atento é quanto à profundidade ideal de semeadura, que varia de acordo com a espécie utilizada, com o vigor da semente e com a época do ano, já que as diversas condições climáticas interferem na germinação das sementes em diferentes profundidades de semeadura. Com isso, o produtor rural terá menos gasto com sementes e, por consequência, melhor formação de braquiária. Em condições de safrinha, a melhor germinação tem sido observada nas profundidades entre 3 cm e 6 cm.</p>
<p><strong>Zoneamento</strong></p>
<p>Durante a Estação sobre o consórcio, Ceccon também falará sobre nova Portaria do Mapa em relação ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático para a cultura de milho consorciado com braquiária. Com as demonstrações das diferenças de produtividade entre as forrageiras, Ceccon pretende ressaltar a responsabilidade que o técnico possui ao indicar uma determinada espécie. “O técnico deve preservar a saúde financeira do agricultor”, enfatiza.</p>
<p>A Embrapa Agropecuária Oeste possui, atualmente, experimentos de consórcio milho-braquiária em Mato Grosso do Sul nos municípios de Dourados, Naviraí e Ponta Porã, e no Paraná nos municípios de Cianorte e Floresta. Também já realizou experimentos em São Gabriel do Oeste e Baitaporã, em MS.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>Além da Estação Consórcio Milho-Braquiária, a programação possui as seguintes Estações: Plantas Forrageiras (Bruno Pedreira e Roberta Carnevalli/Embrapa Agrossilvipastoril), Espécies Florestais e Frutíferas (Diego Barbosa Alves Antonio/Embrapa Agrossilvipastoril e Jaldes Langer/Flora Sino), Soja (Clóvis Albuquerque/Programa Soja Livre e Edison Ulisses Ramos Junior/Embrapa Soja), Milho e Sorgo (Alexandre Ferreira e Flávio Tardin/Embrapa Milho e Sorgo), Arroz e Feijão (Flávio Jesus Wruck e Isabela Volpi/Embrapa Arroz e Feijão), e Plantas de Cobertura (Silvio Spera e Eduardo da Silva Matos/Embrapa Agrossilvipastoril).</p>
<p><strong>Inscrições</strong></p>
<p>As inscrições serão feitas no local do evento, na Embrapa Agrossilvipastoril, na Rodovia MT 222 (Rodovia dos Pioneiros, 2 Km após a entrada do aeroporto de Sinop. Mais informações pelos telefones  (66) 3532-7626 ou (66) 3532-5131.</p>
<p style="text-align: right;"><em> Fonte: Embrapa</em></p>
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		<title>Não adianta esperar milagre</title>
		<link>http://boiapasto.com.br/2012/02/nao-adianta-esperar-milagre/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:29:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lygia Pimentel Escalas de abate, preço do dianteiro e preço do frango&#8230; o que dizer dessa combinação? A última semana foi morna, não é? Nada de boas notícias que nos alegrassem muito, exceto uma: o frango parou de cair. Ufa! Já é uma excelente notícia, afinal de contas, a diferença entre o preço do frango [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lygia-14-fev.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2130" title="lygia 14 fev" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lygia-14-fev.jpg" alt="" width="470" height="323" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Lygia Pimentel</em></strong></p>
<p>Escalas de abate, preço do dianteiro e preço do frango&#8230; o que dizer dessa combinação? A última semana foi morna, não é? Nada de boas notícias que nos alegrassem muito, exceto uma: o frango parou de cair.</p>
<p>Ufa! Já é uma excelente notícia, afinal de contas, a diferença entre o preço do frango e o valor do dianteiro bovino, principalmente, concorrem pela preferência da dona de casa. Como assim? Bom, ocorre que quando o frango está muito barato em relação à carne de dianteiro, todo mundo se entope de frango.</p>
<p>Tudo bem, tudo certo. VOCÊ pode não se entupir de frango, pode ser um fanático por carne bovina, daqueles que come quase crua, sangrando e tudo o mais. Tudo bem. Mas a dona de casa classe C, maioria dominante entre os consumidores hoje, ela sim. Ela substitui a carne bovina quando encontra mais barato, principalmente nas refeições do dia-­‐a-­‐dia, no meio da semana. Isso ajuda a fazer a diferença no orçamento de fim de mês.</p>
<p>O que observamos desde o início de fevereiro é algo que tende a se ajustar rapidamente, na maior parte dos casos. O dianteiro bovino no período reagiu 5,9% enquanto o frango despencou 6,1%. Movimentos opostos para carnes que disputam seu lugar na mesa da dona de casa e quem sai perdendo nessa somos nós.</p>
<p>O resultado disso é que a carne bovina reagiu de modo interessante no início de fevereiro, exatamente como era esperado. Mas a partir de determinado ponto, ficou difícil reagir ainda mais. Entretanto, o traseiro bovino praticamente manteve seus preços, o que deixou a demanda por esse corte mais firme, já que a competição dele com o frango é menor (já que seus cortes são vistos como mais nobres).</p>
<p>Em contrapartida, as escalas andaram ligeiramente, especialmente para os frigoríficos maiores, como é de costume. Alguns pequenos se mantêm apertados com as compras. De toda forma, com os preços do boi um pouco mais firmes e com complicações dentro da porteira – quando falamos em pastagens –, o pecuarista vendeu gado magro e também animais escorridos numa tentativa de aliviar a pressão.</p>
<p>O ataque de cigarrinhas está comendo solto por aí, pessoal. Quem convive com esse problema, sabe. Aí, pra não ajudar muito, o consumo do traseiro fica firme e o de dianteiro concorre com o frango numa disputa desleal. Só podia dar nisso: escalas entre 5 e 7 dias em São Paulo.</p>
<p>Como eu disse, a boa notícia da semana é que o frango começou a subir depois de atingir o fundo do poço e seu menor valor nos últimos 2 anos em termos nominais. Em termos reais, então, prefiro não comentar por enquanto.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gráfico 1. Diferença entre o dianteiro bovino e o frango vivo (%).</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lygia-14-fev-graf-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2128" title="lygia 14 fev graf 1" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lygia-14-fev-graf-1.jpg" alt="" width="470" height="303" /></a></strong></p>
<p>É possível observar a flecha vermelha? Ela indica a média do período para a relação que traçamos acima. Ela também nos diz que abaixo disso o frango atrapalha o consumo de carne bovina. Acima disso, o contrário também é verdadeiro.</p>
<p>Mas também tem algo interessante que vem de encontro com a recente alta do frango: sempre que chegou próxima a 70% houve forte e rápida reação, o que pode ser explicado pelo dinamismo inerente à indústria do frango, que quando se vê em maus lençóis, responde com a redução produtiva. E a carne sobe em seguida.</p>
<p>Então, por enquanto é isso. Sem grandes novidades no curto-­‐prazo, demanda segurando a bronca do jeito que dá, apesar do frango, e escalas de abate relativamente confortáveis, o que deixa o mercado morninho, morninho, e fica difícil esperar milagre em plena safra.</p>
<p>Abraços a todos e até a semana que vem.</p>
<div>
<p style="text-align: right;"><em>* Lygia Pimentel é médica veterinária e especi<em>alista em co</em></em><em>mmodities<a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Lygia-Pimentel.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1914" title="Lygia Pimentel" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Lygia-Pimentel-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>faxagricola@gmail.com / Twitter: @lygia_pimentel</em></p>
</div>
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		<title>Criar animais sem sofrimento é tendência de mercado consumidor</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar animal]]></category>
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		<description><![CDATA[Do Globo Rural Assunto deixou de ser capricho de produtores mais delicados Em uma fazenda em Taiaçu, a cerca de 400 quilômetros de São Paulo, quando a porteira do curral se abre, os bezerros entram em disparada. Quem não consegue encontrar o caminho, recebe a ajuda de uma das trabalhadoras da fazenda. Priscila Aparecida e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/criar-animais-sem-sofrimento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2122" title="criar animais sem sofrimento" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/criar-animais-sem-sofrimento.jpg" alt="" width="470" height="313" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Do Globo Rural</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Assunto deixou de ser capricho de produtores mais delicados</strong></p>
<p>Em uma fazenda em Taiaçu, a cerca de 400 quilômetros de São Paulo, quando a porteira do curral se abre, os bezerros entram em disparada. Quem não consegue encontrar o caminho, recebe a ajuda de uma das trabalhadoras da fazenda. Priscila Aparecida e Jucilene da Silva conhecem os mimos de cada animal e explicam que alguns bezerros gostam que elas passem a escova enquanto eles se alimentam, outros não.</p>
<p>Escovar os animais na hora da mamada tem um sentido. A zootecnista Lívia Magalhães, responsável pelas mudanças no manejo da fazenda, explica. “Estudos anteriores, com leitões e camundongos, mostraram que esses filhotes, quando foram escovados, tiveram um desenvolvimento cerebral melhor e consequentemente deram melhor resposta no desenvolvimento, inclusive na resposta imunológica”.</p>
<p>As mudanças são pequenas, mas cheias de efeitos. Uma delas foi na dieta dos bezerros, que hoje passam por uma desmama progressiva. No manejo convencional, de uma hora para outra, os filhotes param de mamar diretamente nas vacas, para não atrapalhar a produção de leite da fazenda. Mas começar a receber ração drasticamente gera um trauma nos animais.</p>
<p>Os bovinos gostam de ficar em grupo e com bastante espaço evita-se um dos maiores problemas da criação coletiva de bezerros: assim que acabam de mamar, eles ainda sentem vontade de sugar. Confinados, acabam fazendo isso no umbigo, na orelha ou mesmo no teto do outro, o que pode provocar doenças, como mastite na futura novilha.</p>
<p>Como eles estão no processo de desmama progressiva, fica à disposição dos animais um cocho com ração. A água só é fornecida duas horas depois da mamada para não prejudicar o processo digestivo.</p>
<p>Outra mudança foi no chão do galpão, que antes era coberto com serragem e por isso havia muita poeira. Os veterinários observaram vários casos de doenças respiratórias nos bezerros. Hoje, ele é forrado com cinco centímetros de capim seco. As fezes são retiradas todos os dias, mas o capim só é trocado totalmente duas vezes por semana.</p>
<p>Cinco anos depois, de acordo com o levantamento dos pesquisadores, a mortalidade na Fazenda Germânia caiu de seis bezerros por mês para dois por mês. O gasto com antibióticos foi reduzido pela metade.</p>
<p>Além das práticas de bem-estar, a fazenda melhorou as instalações, a genética e o manejo alimentar do rebanho. O dono da fazenda, Maurício Vital, pecuarista há mais de 20 anos, faz um balanço do projeto. “A nossa produção de leite tem aumentado. Nós saímos de 3.500 litros por dia e chegamos a quase 5 mil litros por dia nesse sistema”, avalia.</p>
<p>Para Maurício, essas conquistas da fazenda não se medem apenas em números. “Ninguém gosta de ser tratado mal. Todo mundo gosta de ser tratado bem. A partir do momento que alguém te trata bem, você se sente obrigado a tratá-lo bem também e isso acontece muito com os animais”.</p>
<p>O zootecnista Mateus Paranhos, considerado um dos principais estudiosos em bem-estar animal no Brasil, trabalha na fazenda experimental da Unesp, Universidade Estadual Paulista, em Jaboticabal, São Paulo. Ele orienta um grupo de estudos e pesquisas em etologia, a ciência do comportamento animal, chamado Etco.</p>
<p>Os alunos do curso de zootecnia, que fazem parte do grupo, ajudam no manejo dos animais. Em vez da vara que cutuca os animais, ou mesmo o chicote, eles usam bandeiras. “As bandeiras têm o propósito de orientar os animais e também nos dá segurança, porque é um prolongamento do nosso braço. Para quem trabalha na área externa do curral, é bom porque conseguimos nos aproximar sem nos expor a um coice ou movimento brusco”.</p>
<p>O professor mostra ainda o que ele chama de curral ideal: eficiente e feito com materiais mais baratos.</p>
<p>Os efeitos do estresse na carne estão sendo estudados na Universidade de Campinas, a Unicamp. O trabalho é coordenado pelo veterinário e pesquisador Pedro Eduardo de Felício. “O animal que estressa no curral, no embarque, que é cutucado com choque elétrico, grito, ele descarrega adrenalina e gasta parte da reserva energética da musculatura. A carne de um animal estressado estraga mais rápido porque ela não tem a acidez necessária para conservar”, diz.</p>
<p>O professor Felício explica que não conhece nenhum estudo que comprova se a carne de um animal estressado pode fazer mal para quem come, mas se preocupar com o bem-estar dos animais é vantajoso para toda a cadeia produtiva. “O Brasil é o maior exportador e tem as maiores empresas frigoríficas do mundo. Nós precisamos cuidar desse aspecto, porque isso pesa muito no mercado internacional”.</p>
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		<title>Chuva ajuda na recuperação de pastagens em propriedades de MT</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[erosão]]></category>
		<category><![CDATA[integfração lavoura pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[manejo. preparo do solo]]></category>
		<category><![CDATA[palhada]]></category>
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		<description><![CDATA[Do Globo Rural Pastos do estado precisavam de água para se recuperar. Silagem de milho é alternativa para alimentar o gado nos períodos de seca. A chuva veio em boa hora principalmente para quem cria gado em Mato Grosso. Os pastos estavam precisando de água para se recuperar e garantir a alimentação do rebanho. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chuva-ajuda-na-recuperação.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2117" title="chuva ajuda na recuperação" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chuva-ajuda-na-recuperação.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Do Globo Rural</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pastos do estado precisavam de água para se recuperar. Silagem de milho é alternativa para alimentar o gado nos períodos de seca.</strong></p>
<p>A chuva veio em boa hora principalmente para quem cria gado em Mato Grosso. Os pastos estavam precisando de água para se recuperar e garantir a alimentação do rebanho.</p>
<p>O gado do criador Alaor de Matos está no pasto e tem alimentação. “Com a vinda da chuva pasto brotou. Estava seco. Mas não deu tempo de formar o capim”, diz.</p>
<p>Na propriedade há cerca de 215 hectares de pastagem para mais de 800 animais. O pecuarista não trabalha com confinamento. “Todo ano eu faço uma silagem de milho, que ajuda um pouco. Mas não tem como fazer em grande quantidade para tratar todo o gado. Então, dá a silagem para o gado que está mais magro”, explica Matos.</p>
<p>O pecuarista Gustavo Ribeiro da Silva, que cria gado leiteiro, usa outras alternativas para não correr o risco de baixar a produtividade do leite. “Além de esperar o capim sair, a gente tem o canavial que a gente pode servir de forma fresca ou silagem. A gente também a possibilidade de ter uma silagem de milho, que já é um alimento com uma qualidade um pouco melhor em termos de proteína e qualidade de fibra”, diz.</p>
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		<title>Onde está e para onde caminha o poder na agricultura mundial?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[* Laura Antoniazzi O mundo já tem sete bilhões de pessoas e até 2050 estima-se que serão nove bilhões, sendo a quase totalidade desse aumento nos países em desenvolvimento. A questão de como alimentar adequadamente toda essa população vem sendo ouvida, cada vez mais, na academia, na imprensa, e nos governos mundo afora. O aumento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/alimentos-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2111" title="alimentos 1" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/alimentos-1.jpg" alt="" width="470" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>* Laura Antoniazzi</strong></em></p>
<p>O mundo já tem sete bilhões de pessoas e até 2050 estima-se que serão nove bilhões, sendo a quase totalidade desse aumento nos países em desenvolvimento. A questão de como alimentar adequadamente toda essa população vem sendo ouvida, cada vez mais, na academia, na imprensa, e nos governos mundo afora. O aumento de  produtividade na agricultura é resposta central, junto com crescimento e melhor distribuição da renda mundial. O Brasil deverá ter papel fundamental no aumento da oferta de alimentos, agroenergia, e outros produtos agrícolas, e com isso, o país deverá aumentar sua influencia econômica e política mundial.</p>
<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mapa-FAO.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2113" title="mapa FAO" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mapa-FAO.jpg" alt="" width="470" height="332" /></a></p>
<p>A emergência do Brasil e de outros grandes países em desenvolvimento ainda não está refletida na atual distribuição do poder na agricultura. Esta é a avaliação do recente relatório da Scottish Agricultural College (SAC), lançado no tradicional encontro de agricultores do Reino Unido – Oxford Farmimg Conference. A Europa e os Estados Unidos dominam fortemente o poder na agricultura, amparados tanto por sua eficiência como por fortes políticas públicas que incluem subsídios e mercados protegidos.</p>
<p>A Conferência decidiu discutir o tema ‘poder na agricultura’ pela percepção de uma alteração no jogo de forças globais na economia como um todo e na agricultura em particular. Os agricultores britânicos estão percebendo que seu poder está sendo ameaçado por agricultores de outras partes do mundo, especialmente dos países emergentes, e o momento agora é de reflexão sobre como lidar com tais mudanças. A concentração dos mercados agrícolas, assim como o gradual processo de liberalização comercial, também tornam o assunto de transformações do poder global na agricultura relevante. Por fim, a forte dependência do clima e de   recursos naturais, grande parte não-renovável, faz com que hoje a agricultura esteja especialmente vulnerável a mudança do clima e a escassez de recursos.</p>
<p>Segundo o relatório, o que determina o poder dos diferentes países são o seu domínio econômico, as suas capacidades de influência política e suas dotações de recursos naturais. Participação no comércio internacional e sediar empresas transnacionais indicam poder econômico. Nestes dois quesitos, a concentração é marcante: os 20 países que mais comercializam são responsáveis por 78 e 70% das exportações e importações globais, respectivamente; quatro companhias comercializam cerca de 80% dos grãos no mundo; sete empresas controlam a oferta mundial de fertilizantes; três companhias comercializam 50% do mercado global de sementes.</p>
<p>No quesito comércio, o relatório britânico defende que o que dá poder é a participação total no comércio, tanto importações como exportações. Assim, como o Brasil participa muito ativamente apenas como exportador, e não como importador, ele não recebe tantos pontos nesse critério. Tal critério é discutível e levanta a dúvida de quem são os atores poderosos e quem são os vulneráveis em uma relação comercial. Ainda assim, Brasil e Argentina são os países que mais aumentaram o saldo líquido de comércio agrícola (exportações menos importações) entre 1997 e 2009, enquanto a Europa apresentou queda.</p>
<p>Com relação ao poder econômico das empresas transnacionais, verifica-se que a forte dominância dos Estados Unidos, que controlam 30% das gigantes do agronegócio, incluindo   insumos, produção, comercialização e varejo. Na sequência estão colocados Reino Unido, França e Alemanha, sendo que o Brasil não aparece na lista, a qual é baseada em estudo da UNCTAD com as maiores 150 empresas na agricultura do mundo. Mesmo considerando o movimento de internacionalização de algumas empresas brasileiras nos últimos anos, o país ainda tem uma participação desproporcionalmente baixa nesse quesito, tendo em vista sua produção agrícola.</p>
<p>O poder político foi analisado pelo relatório da SAC por meio de análises de força política em organismos multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o Banco Mundial. Como esperado, os Estados Unidos e os países europeus, por serem os maiores financiadores de tais organizações, concentram poder de decisões, mas tendências de mudança nesse padrão já são observadas. O Brasil é o décimo país em termos de contribuição para o orçamento da OMC, mas está em 4º lugar nos países que mais usaram os seus mecanismos de disputa. Também é destaque o forte poder de lobby das grandes corporações, assim como outras formas de influência de políticas públicas.</p>
<p>Assim como o poder econômico e político, a distribuição dos recursos naturais também é altamente concentrada. Terras aráveis, água, minerais usados como fertilizantes, e energia são a base para produção agrícola e estão distribuídos de forma bastante desigual pelo mundo. Brasil, Estados Unidos, China, Austrália e Rússia concentram um terço das áreas que atualmente poderiam ser usadas para agricultura, segundo levantamento da   FAO. Além de estar bem posicionado em termos de terras agricultáveis – a despeito de diversas restrições ambientais – o Brasil é também o país com a maior reserva de água do mundo.</p>
<p>Os principais fertilizantes são nitrogênio, fosfato e potássio, sendo que o primeiro é produzido a partir do petróleo e os demais são minerais. São todos, portanto, recursos não-renováveis. No quesito de rochas fosfáticas, o Oeste da África, especialmente o Marrocos é destaque, detendo quase 80% das reservas mundiais de fosfato, o que poderia dar uma posição privilegiada no médio e longo prazo. A produção atual de fosfato, no entanto, é encabeçada por China e Estados Unidos, sendo que o Brasil também produz bastante, ocupando a 7ª posição mundial.</p>
<p>As reservas de potássio estão concentradas na Ucrânia, Brasil, Canadá e Rússia, sendo que esses dois últimos são hoje os principais produtores. Estados Unidos e China também possuem importantes reservas, enquanto os países europeus são mais vulneráveis nesse recurso. Já na disponibilidade de energia, o relatório britânico destaca apenas as reservas de petróleo. A agricultura moderna é altamente dependente de petróleo e seus derivados, mas apenas um terço dos gigantes da agricultura são também gigantes do petróleo. Ou seja, os outros dois terços dependem de importações e, portanto, podem apresentar fragilidades no futuro. Novamente, o Brasil se encontra em posição confortável, agora e nas perspectivas futuras.</p>
<p>A partir das análises apresentadas, foi criado um índice de poder para cada uma das dimensões, que está detalhado no quadro abaixo. Não sabemos precisamente o método para obter os índices, e provavelmente não estaríamos de acordo com ele, pois verifica-se um claro viés em favorecer os países desenvolvidos, e o Reino Unido em particular. Como ranquearam o Brasil na dimensão “recursos” abaixo da Europa? Se o Brasil já ultrapassou o Reino Unido como sexta maior economia do mundo, não estaríamos também em melhor posição no poder da agricultura?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Índice do Poder Agrícola Regional  – (Pontos de 1 a 5)<a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/graf-FAO.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2114" title="graf FAO" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/graf-FAO.jpg" alt="" width="470" height="150" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>Fonte: Alan Renwick, Md. Mofakkarul Islam and Steven Thomson.  Power in Agriculture: resources, economics, politics. Scottish Agricultural College (SAC), 2011.</em></span></p>
<p>De qualquer forma, a avaliação do quadro pode nos fornecer algumas considerações interessantes. Mesmo com crise e tendência de mudanças, a agricultura mundial ainda está fortemente dominada por Estados Unidos e Europa, que na pontuação final tem praticamente o dobro de poder do que o Brasil. Destaques na pontuação são as dimensões “corporações” e “política”, onde os primeiros obtiveram nota máxima e o Brasil apenas 1 ponto. Estou de acordo que o país tem um longo caminho a percorrer nesses importantes quesitos, caso tenha interesse em ser líder mundial no agro.</p>
<p>Também vale refletir se todas essas cinco dimensões analisadas deveriam, ou não, ter pesos iguais e a forma como uma influencia a outra. Para o Brasil, que se destaca nas dimensões “recursos” e “minerais”, é especialmente importante analisar como pode alavancar poder político e econômico a partir dessas. O atual debate sobre o (falso) perigo da desindustrialização põe lenha nessa fogueira. O caminho para essa alavancagem são políticas públicas ancoradas em um planejamento de longo prazo para o país, de modo a incentivar a produção sustentável do agro, garantindo, assim, segurança alimentar e energética para o Brasil e para o mundo, entre muitos outros benefícios socioeconômicos. Todos os brasileiros têm a ganhar com isso.</p>
<p style="text-align: right;"><em>* Pesquisadora da RedeAgro</em></p>
<p>Publicado pela RedeAgro (<a href="http://www.redeagro.org.br" target="_blank">www.redeagro.org.br</a>)</p>
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		<title>Desmame precoce: aliado da repetição de cria em bovinos de corte</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque display]]></category>
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		<description><![CDATA[Ricardo Zambarda Vaz* e José Fernando Piva Lobato** A produtividade dos sistemas de cria pode ser melhorada de diversas formas, mas nenhuma surte tanto impacto quanto o desmame precoce. A técnica permite que as vacas recuperem a condição corporal, diminuindo o período de anestro. Se feito com o acompanhamento técnico adequado, amortiza custos fixos, constituídos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ag-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2106" title="ag 1" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ag-1.jpg" alt="" width="470" height="353" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Ricardo Zambarda Vaz* e José Fernando Piva Lobato**</em></p>
<p>A produtividade dos sistemas de cria pode ser melhorada de diversas formas, mas nenhuma surte tanto impacto quanto o desmame precoce. A técnica permite que as vacas recuperem a condição corporal, diminuindo o período de anestro. Se feito com o acompanhamento técnico adequado, amortiza custos fixos, constituídos por gastos administrativos, impostos, depreciações de máquinas e benfeitorias.</p>
<p>Os ganhos obtidos pelas vacas não podem ser perdidos em função da má nutrição dos bezerros, comprometendo o sistema produtivo, tornando-se, esta, uma prioridade. Alimentar adequadamente bezerros desmamados precocemente é um processo rentável devido a sua eficiência alimentar, o que não é verificado no processo de amamentação, pois esse consiste em converter a forragem em leite e este em ganho de peso. No entanto, esta alimentação deve ser adequada as exigências nutricionais da categoria.</p>
<p>O desmame precoce não é para que os bezerros tenham melhores desempenhos do que os realizados ao pé da vaca. Desta forma, a alimentação deve imitar a quantidade de leite fornecida pela mãe. Geralmente, verifica-se menor desenvolvimento dos animais apartados precocemente por causa do estresse e a submissão a uma alimentação a qual o aparelho digestivo não está adaptado. Por conseguinte, não retiram da alimentação disponibilizada a quantidade de nutrientes suficientes para manter os ganhos de peso que apresentariam ao pé da vaca, tornando-se mais evidente com alimentação disponível de baixa qualidade.</p>
<p>Porém, se bem conduzido, é constatada a existência de ganhos compensatórios nos períodos posteriores a este estresse, desde que a restrição do desmame precoce não seja tão grande a ponto de influenciar seu desenvolvimento. Resultados práticos e de pesquisa mostram que o desmame precoce não é um entrave para a realização inclusive de sistemas intensivos produção, com acasalamento das novilhas aos 14 meses e abate dos novilhos aos 15/16 meses de idade, desde que os animais submetidos a ele tenham uma adequada alimentação posterior a esta fase.</p>
<p><strong>Eficiência das vacas</strong></p>
<p>O principal objetivo do desmame precoce é o aumento da taxa de natalidade dos rebanhos de cria. Para o aumento das taxas de natalidade e de desmame é necessário um melhor nível nutricional. Este pode ser obtido através da utilização de pastagens cultivadas ou ainda do ajuste da carga animal.</p>
<p>Porém, a retirada do bezerro, e o cessar da lactação, permite à vaca canalizar os nutrientes ingeridos para a recuperação de peso e condições corporais, as quais se refletem no seu desempenho reprodutivo. O requerimento energético da vaca lactante dos 70 aos 150 dias pós-parto é 56% maior do que a não lactante.</p>
<p>Outro fator de extrema importância é a idade da fêmea e a reprodução subsequente. Vacas primíparas têm maior dificuldade na repetição de prenhez por terem as exigências aumentadas pela lactação, além da manutenção e reprodução. As necessidades nutricionais das vacas são altas, independente da fase do ciclo reprodutivo, ocorrendo sobreposições das exigências de mantença, crescimento, lactação e reprodução durante o ano e as variações fisiológicas ocorrem com o avanço da idade, alcançando pico na maturidade.</p>
<p><strong>Cria</strong></p>
<p>A eficiência produtiva em bovinos de corte, na fase de cria, está diretamente relacionada com o desempenho reprodutivo das vacas e associado à habilidade materna e ao potencial de ganho de peso dos bezerros. Os resultados médios de prenhez de lotes estudados durante três anos em Itaqui/RS foram de 86,4 e 55,5%, com maiores reflexos quando primíparas, com valores de 91,6% e 41,2% para DP (desmame precoce) e DC (desmame convencional), respectivamente. Analisando as idades de desaleitamento, verifica-se expressiva vantagem ao desmame precoce, o qual se assemelha a ótimos níveis produtivos, pois a manutenção destes percentuais de vacas falhadas em rebanhos comerciais é determinante da menor produtividade de sistemas de ciclo completo.</p>
<p>Ao avaliar resultados que envolvam produtividade e eficiência de sistemas de produção de gado de cria são necessários cuidados na interpretação e na metodologia estudada. Desta forma, toda a avaliação de desembolsos adicionais deve ser ajustada para a taxa de prenhez dos rebanhos.</p>
<p>Sistemas de produção visando à produção e venda de bezerros são prejudicados pelo uso do desmame precoce, pois tem menor eficiência biológica das vacas, devido ao menor peso dos bezerros por ocasião do desmame quando comparado com idades mais tardias. Ajustando o peso dos terneiros de acordo com as taxas de prenhez, verifica-se a inversão nos resultados, nos quais vacas do DP produzem 73,9% mais kg de bezerros na estação de parição subsequente em comparação com as vacas do DC. Para este cálculo, deve-se pegar o peso médio dos bezerros ao desmame à idade convencional e multiplicar pela taxa de prenhez e teremos o resultado em kg de bezerros por vaca mantida no rebanho. Desta forma, o desmame precoce é uma ferramenta eficiente na produção de kg de bezerros na estação de parição/por vaca mantida no rebanho, diluindo os custos fixos do sistema entre animais produtivos com a não manutenção de vacas falhadas e improdutivas no rebanho. No entanto, nem sempre maiores taxas de natalidade são sinônimos de maiores produções em kg de bezerros por hectare. Para isso, temos de imputar alguma alimentação suplementar ao sistema a qual deve ser avaliada economicamente a viabilidade.</p>
<p><strong>Avaliação econômica</strong></p>
<p>O desmame precoce é uma tecnologia que nos traz desembolsos adicionais para os sistemas produtivos para aumentos de taxa de prenhez e para termos bezerros menos desenvolvidos. De outro lado, é analisada de forma simplista e restrita, não se mensurando os ganhos indiretos proporcionados ao sistema produtivo. Acreditamos que o modelo correto para avaliar o desmame precoce deva analisar o sistema como um todo, utilizando ajustes para não ocorrer erros, os quais podem ser mal interpretados, penalizando determinada técnica de manejo.</p>
<div id="attachment_2107" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ag-2.jpg"><img class="size-full wp-image-2107" title="ag 2" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ag-2.jpg" alt="" width="470" height="313" /></a><p class="wp-caption-text">O desmame precoce é uma tecnologia que nos traz desembolsos adicionais para os sistemas produtivos para aumentos de taxa de prenhez e para termos bezerros menos desenvolvidos. </p></div>
<p>Para se fazer essa análise, vamos simular uma propriedade rural com rebanhos estabilizados. A seguir, temos uma situação de uma propriedade, de 2.000 ha, trabalhando com carga animal de 0,8 UA/ha, em sistema de venda de bezerros, vacas de descarte, acasalando novilhas aos dois anos de idade.</p>
<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tab-ag.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2105" title="tab ag" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tab-ag.jpg" alt="" width="470" height="514" /></a></p>
<p><strong>Prós e Contras</strong></p>
<p>Deve-se ter em mente que o custo do desmame precoce é somente entre o período compreendido entre as duas idades de desmame em questão, pois após este intervalo os bezerros receberiam o mesmo manejo com mesmo custo é o mesmo para os dois lotes. Atualmente, se gasta em torno de 80 a 90 reais para alimentação suplementar de bezerros, basicamente com pastagens cultivadas, suplementos, mão de obra, estruturas simples e manejo sanitário.</p>
<p>Para pagar este investimento, temos o desempenho animal dos bezerros, mas como falado anteriormente, no DP ele é pior do que no DC. Dessa forma, quem deve pagar o desmame precoce dos bezerros são as vacas, as reais beneficiadas no processo. Vacas lactantes, normalmente, estão com baixo peso e condições corporais, por isso não emprenham, tornando-as menos valorizadas quando comparadas a vacas gordas de descarte.</p>
<p>Além disso, com o passar dos anos, a utilização do desmame precoce nos rebanhos causa o efeito “bola de neve”, no qual se termina as vacas magras no período de inverno. As vacas parem em melhor condição, produzem mais leite e desmamam bezerros em melhores condições, além de propiciar outros manejos como inseminação artificial, que se torna difícil em vacas com cria ao pé. Nasce um maior número de bezerros, podendo realizar uma maior pressão de seleção no descarte, além da padronização dos nascimentos e valorização dos animais.</p>
<p>O desmame precoce é uma alternativa para o produtor corrigir determinados erros de manejo, como as altas cargas animais, pois as diferenças verificadas nas taxas de prenhez em vacas com bezerros submetidos ao desmame precoce são superiores às de vacas submetidas ao desmame à idade convencional. Desta forma, o desmame precoce, dentro de um sistema produtivo, é uma técnica que serve para o aumento do número de fêmeas nos rebanhos de cria, melhorando os índices reprodutivos sem prejudicar o desenvolvimento dos bezerros, desde que os mesmos sejam alimentados adequadamente, para que continuem com desenvolvimento semelhante ao de bezerros amamentados até a idade convencional. Isso permite que as novilhas emprenhem aos 13/15 meses de idade, com pesos, condições corporais e fertilidade semelhantes, bem como o abate dos machos ao sobreano, com pesos e carcaças também similares.</p>
<p>O desmame precoce é aconselhável sempre para as categorias das primíparas para sua recuperação e retorno à atividade reprodutiva e também nas vacas de descarte, pois estas têm baixo custo de terminação, podendo a mesma ser realizada em pastagens naturais, praticamente sem gasto para o produtor.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Zootecnista, doutor em Produção Animal, consultor da Progepec e profº URI/RS – rzvaz@terra.com.br</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>**Engenheiro-agrônomo, PhD e Profº Associado da UFRGS – jose.fernando.lobato@ufrgs.br</em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><em>Artigo publicado pela revista AG , edição fevereiro 2012.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em> </em></p>
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		<title>Grupo BBMAPFRE prepara esquema especial para atender produtores rurais atingidos com a seca no Sul do país</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque display]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação se deve ao aumento expressivo de avisos de sinistros, que já bateram a marca de 220 por dia. Importância segurada estimada é de R$ 140 milhões A seca que vem prejudicando as lavouras do sul do País desde novembro passado levou o Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE a preparar um esquema especial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/seca-no-sul-A.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2098" title="seca no sul A" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/seca-no-sul-A.jpg" alt="" width="470" height="313" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="color: #993300;">Ação se deve ao aumento expressivo de avisos de sinistros, que já bateram a marca de 220 por dia. Importância segurada estimada é de R$ 140 milhões</span></strong></span></p>
<p>A seca que vem prejudicando as lavouras do sul do País desde novembro passado levou o Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE a preparar um esquema especial para atendimento aos segurados. Nos últimos 30 dias, quando a seca se agravou, 2.200 sinistros foram comunicados à Central de Atendimento do Grupo, a maioria oriundos de cidades dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, regiões de grande concentração de contratações.</p>
<p>Mais de 150 peritos, auditores e analistas estão em campo, distribuídos nas regiões sinistradas ou de alta concentração de riscos. Na Central de Atendimento, a equipe encarregada de receber ligações exclusivamente dos produtores rurais foi ampliada para proporcionar um melhor atendimento.</p>
<p>As perícias técnicas preliminares também foram priorizadas: estão sendo realizadas em até 7 dias após o aviso à Central de Atendimento. Uma equipe de 50 pessoas atua no BackOffice, na matriz do grupo, em São Paulo, para agilizar a análise dos processos.  Como as lavouras estão em diferentes estágios de desenvolvimento e a seca afetou com intensidade distinta cada região, ainda não é possível precisar o montante total das indenizações.</p>
<p>“Fizemos o levantamento histórico de ocorrência de sinistros da Safra de Verão 2008/2009, uma das piores já registradas, para balizar nossas ações”, explica Luis Carlos Guedes Pinto, diretor-geral de Operações Rurais do Grupo BBMAPFRE. Naquela ocasião mais de 4 mil avisos de sinistros foram registrados pela Central de Atendimento do Grupo Segurador.</p>
<div id="attachment_2097" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/seca-no-sul-B.jpg"><img class="size-full wp-image-2097" title="seca no sul B" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/seca-no-sul-B.jpg" alt="" width="470" height="313" /></a><p class="wp-caption-text">Nos últimos 30 dias, quando a seca se agravou, 2.200 sinistros foram comunicados à Central de Atendimento do Grupo.</p></div>
<p>Apesar de menos intenso, o cenário atual tem como coincidência as influências do La Niña. As culturas de milho e soja são as mais afetadas e representam mais de 90% da produção da Região Sul.</p>
<p><strong>Orientação aos segurados</strong></p>
<p>•	Após a comunicação de perdas à seguradora, é agendada  a vistoria por um engenheiro agrônomo credenciado. Normalmente são realizadas duas vistorias: uma logo após a comunicação de perdas e outra no período da colheita.</p>
<p>•	O Segurado ou seu representante legal assina os Laudos de Inspeção de Danos (Preliminar e Final). Caso discorde das conclusões do documento, deverá declarar no próprio laudo suas razões para a discordância.</p>
<p>•	O produtor deverá apresentar as Notas Fiscais dos insumos utilizados na área segurada. Essas notas deverão estar em nome do segurado e da propriedade.</p>
<p>•	O Segurado deverá comunicar a data do início da colheita com antecedência de 15 (quinze) dias para permitir o agendamento da vistorias pelos peritos.</p>
<p>•	O produtor não deve iniciar a colheita sem a autorização do perito (engenheiro agrônomo indicado pela seguradora).</p>
<p>•	Os contatos com o Grupo Banco do Brasil e Mapfre devem ser feitos pelos telefones: 0800 729 7000 (Banco do Brasil) e 0800 775 1000 (Mapfre).</p>
<p><strong> Sobre o Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE</strong></p>
<p>Resultado da união estratégica entre o Banco do Brasil e a MAPFRE Seguros, o Grupo Segurador é o maior grupo segurador do Brasil, com 5 mil colaboradores, 17 mil pontos de vendas, incluindo os corretores de seguros e 25 milhões de clientes. Líder nos segmentos de Vida, com 18,1% do mercado e de Rural com 60% de share, também detém a segunda posição nos mercados de Automóvel, com participação 15,2%, e Seguros Gerais, com de 13,3%. Nos 6 primeiros meses de 2011, o grupo acumulou R$ 4,6 bilhões em prêmios. O Grupo atua nos segmentos de Pessoas (Vida), Automóveis, Grandes Riscos, e Seguros Gerais, Rural, Habitacional e Affinities.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Divulgação: </em><em>CDN Comunicação Corporativa</em></p>
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		<title>Troca melhor, preço pior</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conjuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque display]]></category>

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		<description><![CDATA[Lygia Pimentel Chegamos à segunda semana de janeiro, que é considerada o pior período do ano para a compra de carnes nos supermercados. Já comentamos sobre isso, o consumidor sem caixa e ainda tentando pagar as festas de fim de ano, as diversas contas do período, materiais escolares, presentes e viagens. De toda forma, isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-consumo-carne.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2088" title="lygia 34 consumo carne" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-consumo-carne.jpg" alt="" width="454" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Lygia Pimentel</strong></em></p>
<p>Chegamos à segunda semana de janeiro, que é considerada o pior período do ano para a compra de carnes nos supermercados. Já comentamos sobre isso, o consumidor sem caixa e ainda tentando pagar as festas de fim de ano, as diversas contas do período, materiais escolares, presentes e viagens.</p>
<p>De toda forma, isso não dura pra sempre. Historicamente o consumo costuma mostrar ânimo na primeira quinzena de fevereiro, resultado do início do mês (quando o consumidor recebe seu salário), da volta às aulas, que aquece o consumo de proteínas e lácteos, e por causa do carnaval, que tira dias úteis e acaba dificultando um pouco a compra de gado.</p>
<p>Fora isso, temos algo mais pontual chamando a atenção. As escalas de abate. Há quanto tempo não chegavam aos patamares atuais?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gráfico 1. Evolução das escalas de abate em Barretos – SP.</strong></p>
<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-graf-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2089" title="lygia 34 graf 1" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-graf-1.jpg" alt="" width="546" height="369" /></a></p>
<p>Há mais de um ano não víamos situação semelhante. Sei que tem frigorífico grande que consegue comprar melhor, mas os pequenos estão com escalas ainda para dentro deste mês. Será que com a oferta nesses níveis e com o consumo melhor não teremos boas surpresas na próxima semana? É provável.</p>
<p>Olhando um pouco mais adiante para o longo-prazo, a relação de troca tem nos mostrado que está mais fácil comprar bezerro hoje. Aliás, o bezerro está sendo cotado em patamares que não se via desde a metade do ano passado, mostrando que a categoria perdeu um pouco da firmeza neste momento.</p>
<p>Em contrapartida, o boi gordo não tem acompanhado o mesmo movimento. Como comentamos anteriormente, o mercado segue firme neste momento.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gráfico 2. Evolução da relação de troca entre o boi gordo e o bezerro de 12 meses.</strong></p>
<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-graf-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2090" title="lygia 34 graf 2" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-graf-2.jpg" alt="" width="580" height="363" /></a></p>
<p>Quanto mais distante o bezerro estiver da arroba do boi gordo, pior estará a relação, ou seja, menos bezerros é possível comprar com a venda de uma arroba de boi gordo.</p>
<p>O gráfico acima nos traz várias informações interessantes. Em primeiro lugar, estabelecemos uma média histórica mais recente para a relação de troca em 2,17. Ocorre que esse indicador oscila dependendo da fase do ciclo pecuário em vigor.</p>
<p>Portanto, é interessante inserir uma média móvel para avaliar, ou seja, a média leva em consideração não o período todo, mas um período mais curto de tempo. Nesta análise, consideramos a média dos últimos seis meses. Conforme um novo valor se faz conhecido, movemos o período amostrado, fazendo com que a média se “movimente” e considere um período mais recente.</p>
<p>Assim traçamos essas linhas que acompanham o gráfico e nos indicam onde a relação de troca está dentro da normalidade da média recente e onde ela está alta ou baixa demais.</p>
<p>Certo, chega de “conversê”. Historicamente, temos um ágio médio do bezerro em relação ao boi de 9%. Hoje, este ágio está em 2%. O pior momento do ano passado foi maio, quando o boi caiu e o bezerro continuou firme. A relação ficou em 28% de ágio para o bezerro em relação ao boi gordo.</p>
<p>Como podemos observar, os atuais 2,3 de relação não indicam que este seja um mau momento para quem precisa realizar a troca.</p>
<p>O problema é que certamente não sou a única a reparar nessa informação, o que poderá aumentar a oferta de animais gordos nos próximos anos, conforme avança o ciclo pecuário atual – e conforme temos conversado nas últimas colunas.</p>
<p>Afinal de contas, já são seis anos desde o fundo do poço registrado no ciclo anterior.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gráfico 3. Duração das fases dos ciclos pecuários e média geral, em anos.</strong></p>
<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-graf-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2091" title="lygia 34 graf 3" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lygia-34-graf-3.jpg" alt="" width="525" height="316" /></a></p>
<p>Ninguém sabe dizer ao certo quando será a virada do ciclo. Não dá pra adivinhar essas coisas. Além dos preços pecuários, dos investimentos na atividade e do descarte de fêmeas, ele depende também da demanda e da economia. De toda forma, já dá pra enxergar que estamos acima da média dos ciclos anteriores.</p>
<p>Um abração a todos e até a semana que vem!</p>
<p><a href="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Lygia-Pimentel.jpg"><img class="alignright" title="Lygia Pimentel" src="http://boiapasto.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Lygia-Pimentel-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>* Lygia Pimentel é médica veterinária e especialista em commodities</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>faxagricola@gmail.com / Twitter: @lygia_pimente</em>l</p>
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