• Sanidade
  • A importância de proteger o rebanho contra mastite

    17/10/2018
    A doença pode reduzir em até 50% o volume de leite produzido, por isso é essencial realizar a prevenção e o tratamento ao mesmo tempo

    Uma das enfermidades mais comuns nos rebanhos leiteiros do país, a mastite exige atenção dos produtores para não afetar a produtividade. A infecção, que causa uma inflamação na glândula mamária, pode ocorrer por meio do ambiente ou do contágio durante os procedimentos de ordenha. No primeiro caso, a infecção ocorre pelo contato com pasto, água, esterco e camas contaminadas por microrganismos. No segundo, a infecção acontece por problemas de procedimento e higiene durante a ordenha, como por exemplo, má desinfecção dos tetos, falta de uso de luvas pelos ordenhadores e ausência de manutenção no equipamento de ordenha.

    A mastite pode reduzir em até 50% a produção de leite, alterando sua qualidade e poder nutricional, o que impacta diretamente no lucro dos produtores. A doença ainda pode comprometer a fertilidade e, em casos mais severos, levar o animal a óbito.

    A doença pode ser classificada de duas formas. Na mastite clínica, os sintomas são visíveis e se observa a presença de grumos no leite, vermelhidão e edema no úbere. No caso da mastite subclínica, não são observados sinais clínicos, o que dificulta a identificação e o controle da doença dentro da propriedade. Neste caso, somente análises laboratoriais, com relatórios de contagem de células somáticas (CCS) e a cultura do leite são capazes de comprovar o diagnóstico.

    O período seco é um excelente momento para tratar tanto as infecções clínicas quanto as infecções subclínicas que não foram curadas durante a lactação. Para garantir a saúde do animal e a qualidade do leite produzido, o ideal é a fazenda preconizar um período seco de 45 a 60 dias e realizar a terapia da vaca seca completa, como explica Andressa Ranieri, coordenadora técnica de bovinos de leite da Zoetis, líder mundial em saúde animal. “Orbenin é o antibiótico intramamário ideal indicado para terapia de vaca seca. Seu longo período de ação, de sete semanas, proporciona excelentes taxas de cura de infecções pré-existentes que não foram curadas durante o período de lactação”.

    A coordenadora explica também que é importante utilizar um selante de tetos após a administração do antibiótico intramamário, como o Teat Seal, produto que forma uma barreira física que impede a entrada de agentes ambientais no canal do teto durante todo o período seco.

    Uso consciente de antibióticos

    A Zoetis defende o uso responsável dos medicamentos antibióticos. A empresa iniciou um movimento de conscientização envolvendo especialistas, produtores e parceiros nesta questão. Uma das iniciativas concretas é o lançamento do site Uso Responsável de Antibióticos, com textos e vídeos sobre o tema.

    Fonte: Zoetis



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