• Genética
  • A vez delas também na pecuária

    18/12/2018
    Estamos falando das fêmeas bovinas como fiel da balança na hora de melhorar a rentabilidade do negócio. Na cobertura a campo, predominante na pecuária nacional, produzem em média 28 filhotes por ano, sendo que desses, em torno de 50% são fêmeas.

    Seleção de fêmeas no rebanho merece o mesmo rigor da realizada com os machos. Foto: Boi a Pasto

    Texto de Ivarti Junior

    Nos últimos anos, uma série de estudos econômicos e zootécnicos vem apontando para as matrizes do rebanho como um gargalo importante na bovinocultura de corte. Basta lembrar que no melhoramento genético, até pouco tempo, características como ganho de peso, perímetro escrotal, peso ao sobreano e cobertura muscular – mais “masculinas”, em tese – eram as mais valorizadas. Ocorre que o conhecimento técnico-científico adquirido recentemente mostra que os machos são sim importantes na seleção, porém não mais que as fêmeas, na realidade, o grande patrimônio físico da fazenda e, efetivamente, o gerador de receita.

    De fato, os machos trazem grande impacto no processo de seleção animal. Na cobertura a campo, predominante na pecuária nacional, produzem em média 28 filhotes por ano, sendo que desses, em torno de 50% são fêmeas. Mas se pensarmos em inseminação artificial, esse impacto se potencializa geometricamente, pois se destinadas 300 doses de sêmen para um lote grande de matrizes – lembrando que não se deve acasalar mais do que 25 a 30% do total de fêmeas, em reprodução, com um mesmo reprodutor – o resultado será de pelo menos 100 bezerros de um mesmo pai.

    Outro facilitador para os machos dentro da seleção animal é que de uma temporada para outra eles podem ser 100% substituídos, o que não é possível fazer com as fêmeas. Isso permite que de um ano a outro seja possível mudar totalmente os rumos da seleção, valorizar outras características e alterar os rumos genéticos do rebanho. Já as fêmeas não permitem isso e trazem consigo a limitação de gerar um único filhote por ano, salvo aquelas que trabalham como doadoras de embriões, em um processo dispendioso que só se justifica, normalmente, na pecuária seletiva. Portanto, as matrizes representam a “caderneta de poupança” da atividade.

    Walter Domingues, consultor da Assessoria Melhora + e da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade que gerencia uma série de programas de melhoramento genético, em especial o “Nelore Brasil”, reforça que as fêmeas de uma fazenda espelham sua realidade. “É a massa crítica do trabalho, aquilo que efetivamente precisa ser melhorado. Em resumo, trata-se da realidade dos fatos. Logo, quando pensamos na seleção de fêmeas, o rigor deve ser muito alto, pois elas têm de conceber, parir bem e criar um bom bezerro. São justamente essas crias que gerarão receita”.

     

    Walter Domingues, consultor da Assessoria Melhora+ e da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP). Foto: Revista Nelore

    Domingues explica que, por exemplo, na etapa de aleitamento dos filhotes, a eficiência materna é fundamental, pois é o período menos dispendioso da criação de um animal (de zero aos oito meses de idade), isso, porque a mãe faz quase tudo. Logo, por estes aspectos não é difícil concluir que ela é vital para uma pecuária competitiva. Então, ao escolher um reprodutor para acasalar deve-se ter em mente as características que ele vai garantir em suas filhas, sempre pensando que elas devem ser melhores que suas mães. Mais diretamente não se pode perder de vista atributos ligados à fertilidade, habilidade maternal e precocidade sexual.

    Mexendo no bolso

    O consultor da ANCP explica que características como “stayability” (quantidade de partos sem falhas ou tempo de permanência na reprodução) e a probabilidade de parto precoce (determina a habilidade para menor idade ao primeiro parto), ganharam grande peso nos índices econômicos gerados pelos principais programas de melhoramento genético para bovinos, no País. “Ocorre que se o parto é precoce, significa que o pecuarista investiu menos naquele animal para que ele começasse a produzir. Portanto estamos diante de uma característica que responde frontalmente ao objetivo de redução do ciclo pecuário na propriedade”.

    Para se deter mais claramente o contexto, vamos pegar uma fêmea zebuína que pari entre 34 e 35 meses de idade. Pega-se esse tempo, do seu nascimento ao primeiro parto e soma-se mais oito meses que ela demora para desmamar sua cria. Isso estampa a conclusão que, praticamente, somente após 43 meses de investimentos (custos) é que o caixa poderá receber alguma receita com a venda do bezerro. “Claro que, com certeza, falamos de um prazo de espera bastante longo, para qualquer livro caixa”, justifica Domingues, lembrando que nesse exemplo, reporta-se à pecuária de cria, aquela que os animais desmamados são o principal produto.

    Após 43 meses de investimentos (custos) é que o caixa poderá receber alguma receita gerada por uma fêmea, justamente aquela proveniente da venda do bezerro. Foto: Boi a Pasto

    Mas se o modelo for o de ciclo completo, com produção de machos no sobreano, então esse tempo de espera é ainda mais longo. Se o destino for o gancho, em modelo competente, na média eles seguem ao abate com 33 meses de vida, em média. Se for para a reprodução como tourinhos, mais ou menos na mesma idade, em alguns casos é possível desovar a geração aos 24 meses, onde o tempo de espera cai um pouco: de 68 meses para 57. Mesmo assim, lá se foram quase cinco anos de custos irremediáveis. O raciocínio serve também para as fêmeas. É só ponderar o tempo até que leva para a bezerra se tornar novilha, emprenhar e parir outro bezerro.

    Estamos na era dos índices econômicos. Muita pesquisa atualmente ocorre em torno deles. Na verdade, são conhecimentos antigos que passam a ganhar força e reciclagem pela conjuntura mercadológica da atividade. Esses números resultam de cansativos estudos para mensurar quanto cada Diferença Esperada de Progênie (DEP), das disponíveis, mais interferem na rentabilidade do negócio pecuário. Apontam por exemplo, como bastante impactante no momento, a “stayability”. A característica indica o tempo de permanência da fêmea em reprodução no rebanho.

    Roberto Torres, pesquisador da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), entende que a valorização das fêmeas no melhoramento genético veio com a necessidade de se profissionalizar a bovinocultura de corte, “até mesmo antes dos índices econômicos. Do entendimento de que é preciso produzir mais com cada vez menos. Então, os produtores perceberam neste processo o quanto a qualidade do rebanho de fêmeas é importante no resultado financeiro da atividade”. Para ele, a partir disso é que os estudos se aprofundaram para as características que se apresentam atualmente. Por isso hoje as matrizes demandam tanto tempo e investimento, da ciência ao trabalho que se realiza porteira adentro.

    Roberto Torres, pesquisador da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS). Foto: Divulgação Embrapa Gado de Corte

    Fazendo contas

    Todo este peso se deve ao fato de que o investimento de implantação de uma boa fêmea no rebanho é alto. Segundo números médios das principais empresas de consultoria em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, o custo dela enquanto bezerra até a desmama (oito meses), ao pé da vaca, está em R$ 220. A partir da desmama, portanto em recria, somente no primeiro ano ele sobe para R$ 480. No segundo, entrando mais no sistema geral da fazenda, ele vai para um custo próximo ao da vaca, em torno de R$ 700. No terceiro, o valor vai ficar normal, algo perto de R$ 800; de forma que ao parir por volta de 35 meses ela já consumiu perto de R$ 2,2 mil.

    Partindo desses números, lembrando que o custo anual de uma matriz em reprodução é de R$ 800, estudos comprovam que ela só devolve o que exigiu de investimentos quando ela derruba a terceira cria, na fazenda. Por isso o peso da DEP de “stayability”. Quanto mais crias ela der dentro do rebanho, maior será sua capacidade de diluir o que consumiu de gastos e gerar lucro efetivo. Sabe-se que é muito difícil reverter o prejuízo de uma fêmea que falha e é perdoada. Por exemplo, se ela demorou 44 meses para desmamar seu bezerro e não reconcebeu, levará quase dois anos para que ela gere nova receita (outro bezerro).

    Domingues ratifica que “os índices econômicos são dinâmicos e acompanham o que o mercado exige da pecuária. Seus estudos são permanentes e aprimorados a cada temporada. Mas ‘stayability’, por exemplo, assim como habilidade materna, nunca vão ter seu peso muito reduzido. É que não adianta parir uma cria todo ano, mas um bezerro com peso sempre aquém da média esperada. A fêmea é boa parideira, mas ruim de leite ou de temperamento. Esqueça! Se o bezerro é leve, significa que você está mais longe de dar a ele o peso final de abate ou de reprodutor eficiente”.

    Roberto Torres, da Embrapa, ainda reforça seu entendimento de que os índices de todos os programas de melhoramento vigentes valorizam os touros capazes de produzir fêmeas que se “encontrem com todo esse pensamento de qualidade e eficiência. Isso significa dizer que a classificação do reprodutor é um bom critério para sua escolha ou não. Mas sempre é possível, em função deste ou daquele modelo de exploração, desviar dos índices e buscar esta ou aquela característica mais relevante, exercendo um crivo especial. Nós chamamos isso níveis independentes de eliminação de indivíduos, em função daquilo que se quer; ou seja, dos objetivos mais específicos”. Em resumo, pode-se escolher animais com maior “stayability”, em detrimento de alguma outra característica que já se tenha fixado no rebanho.

    Permanência da fêmea no rebanho parindo um bezerro por ano por sucessivas temporadas é fator de rentabilidade na fazenda. Foto: Boi a Pasto

    Elevando o valor do patrimônio

    Então, a fêmea, além de ser seu banco genético, é também seu mais importante operário dentro da fazenda, pois é ela que vai conceber, parir, bem-amamentar e te entregar o bezerro; ou seja, sua receita. Mas não adianta pensar em fertilidade sem pensar em desempenho, habilidade maternal e DEPs de carcaça. É praticamente impossível levar ao sucesso um projeto de melhoramento genético focando em apenas uma característica. Pode-se dar mais destaque a esta ou aquela, mas nunca desprezar as demais. “É preciso gerar harmonia na seleção, resultado de um uso equilibrado da régua de DEPs”, destaca Domingues.

    Dentro do processo de interação entre machos e fêmeas na seleção genética, não se pode pensar somente em ganho de peso e carcaça – efetivamente moedas da bovinocultura de corte – mas deve-se também ponderar que essas características de desempenho frigorífico só são bem-vindas se as demais estiverem sendo trabalhadas. “Grandes equívocos são frequentes na atividade e, quando se erra, o macho é descartável, mas a fêmea não, pois muitas vezes é necessário que ela fique por anos no rebanho, perdurando e proliferando o erro; ou seja, o prejuízo”, explica o consultor.

    Torre lembra que no caso dos rebanhos comerciais, o maior volume de informações genéticas entra pelos touros – até porque não são tão tecnificados como os de seleção. Então, “vale a máxima de que os animais mais jovens são os de maior mérito genético, em função do contínuo processo de melhoramento. Eu recomendo sempre trabalhar com animais jovens, proporcionando bom manejo às novilhas e às fêmeas de reconcepção, evitando, assim, o descarte prematuro de fêmeas desafiadas, exatamente aquelas que apresentam uma relação de peso próprio para o do bezerro desmamado, inferior, provando que são exatamente elas que consumiram menos dieta do que as demais, na sua condição de primeira cria. Portanto são mais eficientes do ponto de vista de conversão alimentar”.

    Para evitar os possíveis erros, o consultor da ANCP retoma alguns pontos. Os machos devem trazer os genes que se deseja proliferar na população. Já as fêmeas fazem o banco de processamento de onde entra e saem essas informações genéticas. Coloca-se objetivos e tirar-se o que não se quer. Portanto, o mesmo rigor que se tem para os machos, deve-se ter com as fêmeas. “O touro você pode movimentar, já a vaca não. A responsabilidade de acerto na matriz é maior, pois ela vai ficar produzindo no rebanho. Não importa se ela saiu por falha na concepção ou por algum valor genético indesejado; antes de sete ou oito anos de trabalho, se ela saiu, no grosso modo significa que houve erro”, afirma Domingues.

    Minimização de erros na seleção genética de fêmeas é a palavra de ordem. Foto: Boi a Pasto

    Erros nem pensar

    As taxas de reposição giram em torno de 20%, sendo 10% por causas alheias, como acidentes, e os outros 10% por características genéticas indesejadas, por exemplo, por falha na estação de monta. Aliás, este descarte voluntário é de extrema importância no processo de seleção das fêmeas. A minimização dos erros de seleção está no volume de informações que se tem de cada um dos animais: a escrituração zootécnica do rebanho. Ele é a única ferramenta disponível na fazenda para gerar análises, além do desempenho que os olhos estão assistindo. Todos os programas disponíveis de melhoramento genético possuem critérios próprios, mas todos eles dispõem de dados obtidos por meio do lançamento de informações em softwares, que são analisadas e interpretadas para serem devolvidas ao mercado. Então é de pressupor que a qualidade das informações lançadas é vital para a obtenção de resultados fidedignos. Se há equívocos em um lançamento, há equívocos na análise final.

    Outro fator a ser ponderado é o uso das tecnologias de reprodução assistida, como sexagem de sêmen e fertilização in vitro (FIV), entre outras, no processo de seleção de fêmeas, já que elas podem acelerá-lo bastante. Então, somando ainda as informações das DEPs genômicas, o grau de certeza na obtenção de bons resultados aumenta em muito. Com os marcadores moleculares, já na desmama é possível saber se o acasalamento foi acertado e se estamos diante do produto esperado. Essas DEPs antecipam a maior acurácia das características impostas por uma fêmea, pois em condições naturais, ela só aumentaria com os sucessivos partos.

    Embora ainda com um custo alto, a genômica pode atenuar os gastos com a implantação de fêmeas em um rebanho, uma vez que as margens de erro serão bem menores. A biotecnologia, neste caso, permite que se amplie a taxa de reposição, exatamente pela segurança da qualidade que está sendo introduzida no rebanho. “Mas é caro! Logo deve-se ter bastante certeza do que está sendo multiplicado. O erro é fatal”, reforça Domingues.

    Para Torres, de fato a genômica veio proporcionar um ganho muito importante na avaliação das fêmeas ainda em idade precoce, além dos machos na mesma condição, evidentemente. Características como habilidade maternal e “stayability” se manifestam muito tarde na vida das matrizes. Da mesma forma que os touros só podem ter e suas filhas avaliadas quando elas entram na vida reprodutiva e começam a parir, já quando eles possuem por volta de seis anos de idade. Especificamente para “stayability”, aos nove anos de vida.

    A genômica é uma importante aliada no melhoramento genético do rebanho de fêmeas. Foto: Boi a Pasto

    O pesquisador explica que, com o auxílio da genômica, é possível fazer uma avaliação a partir de um pequeno teste de progênie, quando o animal é jovem, já a partir do nascimento, ou mesmo antes por meio de biópsia de embriões. Isso vale para machos e fêmeas e significa que é possível obter informações com maior acurácia já nas várias etapas inicias de seleção: desmama, sobreano e etc. A otimização é muito interessante. Ganha-se muito tempo.

    Já nos rebanhos comerciais, a vantagem do uso dessas informações provenientes da genômica é bastante questionável, em função do custo. “Veja que se uma fêmea falha na reprodução, no Brasil se manda ela para o frigorífico e o preço pago é ligeiramente menor, em relação ao macho ou fêmea jovem. Então o prejuízo é pequeno. Nos EUA, porém, a carne de vaca não vale nada comparativamente às demais. Então, lá é mais vantajoso o uso da genômica, uma ferramenta dispendiosa. Também é preciso considerar que, estatisticamente, cerca de 80% das novilhas tem mérito genético superior ao de suas mães, em função de serem filhas de touros mais jovens, portanto mais adiantados na seleção – lembrando que este processo tem dois passos importantes: a posse de boas informações e o firme exercício de pressão na hora do descarte. Logo se apenas 20% das novilhas representam erro na reposição, o custo da avaliação genômica é quase que desnecessário, em função das margens de lucro apertadas que a pecuária trabalha. É preciso analisar muito bem se a ferramenta genômica vai dar retorno financeiro, neste caso específico de Brasil”.

    Direto ao ponto

    Há diversos parâmetros para aferir o desempenho de suas fêmeas e de todo o restante do rebanho, tais como intervalo entre partos, taxa de bezerros desmamados, peso na desmama etc. Mas o ganho de peso médio diário de todo o rebanho, partindo do pressuposto que o ambiente oferece condições plenas, somente terá boa resposta se a vacada (as fêmeas em reprodução) for de muita qualidade e se ele apresentar altíssima eficiência reprodutiva. Então, “qualquer que seja a métrica, a matriz de qualidade é quem responde. Por isso ela precisa carregar as informações genéticas para o peso dos seus bezerros ao sobreano e suas respectivas carcaças, na hora do gancho.

    A média nacional de Idade ao Primeiro Parto (IPP) está entre 38 e 40 meses; ou seja, é muito pior que o cenário montado aqui. Então a precocidade sexual é muito importante. Atualmente existem rebanhos comerciais com fêmeas Nelore parindo entre 24 e 36 meses, em volume já considerável, no que diz respeito a promover diferenças na rentabilidade do negócio. Isso só é possível para aqueles pecuaristas que trabalham com tecnologia de ponta. Essas fêmeas superprecoces são as mães de garrotes que chegam no abate aos 28 meses, com terminação em pasto, ou aos 24 meses com confinamento. “Mas reitero que aqui falamos de pecuária tecnificada. Temos vários exemplos na pecuária seletiva, em todo o País, de animais POs que, aos 36 meses, estão com a segunda cria no pé. Essa linha de pecuária está sempre com um bezerro na frente das demais”, diz Domingues.

    Para quem não faz fêmeas superprecoces, fica um alerta do consultor: “comece o quanto antes o desafio das novilhas. Em rebanhos comerciais, reduzir de 45 meses para 35, a idade de primeira cria já é um ganho estrondoso. Para 30 meses, então, um outro maior e muito interessante para o caixa da fazenda; lembrando que para isso acontecer é preciso apenas oferecer um bom pasto e um suplemento proteinado. Quem não o fizer em médio prazo, ficará para trás”, conclui Domingues.

    O desafio de novilhas na reprodução entre 12 e 15 meses é uma necessidade da bovinocultura de corte nacional. Foto: Boi a Pasto

    Reportagem de Ivaris Junior, da Redação do Portal Boi a Pasto



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