• Manejo
  • Boi na chuva e no cocho. Pode?

    24/03/2020
    Saiba o que aponta um estudo do consultor técnico da Cargill, Pedro Veiga

    Pedro Veiga, consultor técnico da Cargill. Foto: divulgação

    A previsão do tempo dos últimos dias mostra que as chuvas caem de norte a sul do País, o que pode ser uma benção para a produção de alimento. Mas na pecuária, a conta do boi no cocho com água no lombo é uma equação difícil de ser resolvida. A lama é vista como inimiga do processo. Agora, uma pesquisa sobre o tema, coordenada por Pedro Veiga,  Consultor Técnico Nacional – Bovinos de Corte da Cargill, começa a desanuviar esse céu carregado de desinformação. Isso porque  são raros os estudos nessa área.

    Veiga conduziu seu experimento na fazenda Turbilhão, no município paulista de Estrela D´Oeste, propriedade do empresário Etivaldo Gomes Filho, o “Vadão, que também é dono de frigorífico. Foram avaliados 800 animais da raça nelore, distribuídos em 16 currais e com peso inicial de 362 kg.

    No final do processo, de acordo com o consultor, confinadores brasileiros estão no caminho certo ao reduzir pela metade o número de animais no cocho no período chuvoso. Mas, sobretudo os pecuaristas com maior reserva de capital poderiam ser um pouco mais “agressivos” nas águas.

    No fim das contas, o estudo mostra que com tecnologia, lama e boi não são antagônicos. Os detalhes do equacionamento da lotação, declividade, nível de profundidade de lama suportado pelos animais e limite de densidade fazem parte de uma reportagem realizada na fazenda e publicada na edição de fevereiro da revista DBO.

     

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