• Notícias
  • Entenda como o marketing pode impulsionar o agronegócio brasileiro

    17/10/2018
    O Brasil sabe o que é marketing e consegue identificar o que não presta neste meio, como a famosa figura do marqueteiro político.

    José Luiz Tejon Megido*

    No entanto, nosso país desconhece a real importância do marketing como fundamento da administração para mudar a percepção existente do agronegócio brasileiro no mundo.

    Temos gente bem-intencionada, como o próprio Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, que criou uma estratégia de internacionalização, mas ainda nos falta um verdadeiro gestor do marketing ético, competente e que altere as percepções predominantes sobre o Brasil no exterior.

    Temos atividades de vendas e promoção em diversos países e feiras, mas praticamente todas pertencendo em uma relação business to business. Falamos com tradings e importadores, mas não chegamos aos varejos, aos consumidores e nem na opinião pública dominante dos nossos países clientes.

    Nossos saltos em conhecimento de produção dentro do cinturão tropical do planeta significam para o mundo uma segurança alimentar fundamental num breve futuro.

    Nossos saltos, com 66% do território do país com matas nativas preservadas, é recorde mundial, e ninguém sabe. Nosso cooperativismo que envolve cerca de um milhão de produtores familiares em ótimo nível, também é desconhecido pelo resto do planeta. Ninguém associa nosso domínio em frangos no mundo a esse êxito de integrações, por exemplo.

    Temos também orgânicos, biodinâmicos e hidropônicos excelentes assim como os europeus, e ninguém sabe.

    O que fazer?

    Precisamos de uma gestão competente feita por quem domina e sabe o que o marketing significa. No caso do agro, a realidade já é muito maior do que aquilo percebido. Nada do que existe no mundo foi pedido pelos consumidores, tudo foi imaginado, criado, materializado e vendido por grandes inteligências de marketing.

    O agronegócio do Brasil é grande, mas a percepção mundial dele é muito menor do que a realidade que já temos.

    O Brasil será o tamanho que o nosso talento de marketing impactar.

    * José Luiz Tejon Megido é membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM.

    Fonte: CCAS / Alfapress



  • A vez delas também na pecuária

  • Estamos falando das fêmeas bovinas como fiel da balança na hora de melhorar a rentabilidade do negócio. Na cobertura a campo, predominante na pecuária nacional, produzem em média 28 filhotes por ano,

    + leia mais
  • Uma nova revolução

  • Eficiência alimentar passa a ser grande preocupação dos principais selecionadores de bovinos do País. A característica promete conferir maior competitividade à produção de carne vermelha.

    + leia mais
  • Pecuária competitiva é quebra de paradigma

  • Nada de fórmulas milagrosas. Tudo é trabalho, transpiração, interpretação de números e fatos, além de contínuo aprimoramento pessoal como empreendedor.

    + leia mais
  • Temple Grandin: Práticas de bem-estar animal traz vantagens para o gado e para o pecuarista

  • Pesquisadora norte-americana Temple Grandin está no Brasil e fala sobre a preocupação com o bem estar animal e sua importância para obter-se mais produtividade na fazenda. Ela é uma das maiores autori

    + leia mais


  • Escreva um comentário



  • *

    *
    *





  • Comentários (0)



  • Criação de sites