• Sustentabilidade
  • Grupo Matsuda recebe Troféu Curuca de Sustentabilidade por projeto e instalação de micro usina de energia solar

    04/08/2015
    A palavra “sustentabilidade” entrou definitivamente, para o vocabulário das empresas preocupadas com conceitos de boas práticas administrativas, comerciais e ambientais.

    O engenheiro Mario Maeda recebeu o Troféu Curuca de Sustentabilidade 2015, das mãos de José Luiz Tejon Megido, especialista em marketing para o agronegócio.

    “Não é só uma questão de preocupação com o meio ambiente, mas trata-se de responsabilidade social para com o futuro do planeta e das pessoas”. A afirmação é do professor de marketing para o agronegócio da ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, José Luiz Tejon Megido, que fêz a entrega do Troféu Curuca de Sustentabilidade 2015, em cerimônia realizada na última quarta-feira, 29, no Palácio de Convenções do Anhembi, durante o SIAVIS – Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura às empresas destacadas com o prêmio, entre elas a Matsuda Equipamentos, do Grupo Matsuda. A empresa, representada pelo seu diretor Mário Maeda, recebeu o troféu pelo projeto e implementação da micro usina de energia solar fotovoltáica, lançada e instalada na unidade da Matsuda Equipamentos em Álvares Machado (SP), em dezembro passado.

    Segundo Mário Maeda, a micro usina de energia solar fotovoltaica já possibilitou uma economia de 33% do consumo de energia daquela unidade fabril ou cerca de R$ 2.500,00 na conta total/mensal.  Com uma capacidade de produção de energia anual de 38.131 kWh, o suficiente para abastecer 30 residências por mês, a micro usina solar da Matsuda é a  primeira a ser instalada na região de Presidente Prudente, cujo projeto é fruto de vários anos de trabalho, de pesquisa e de investimentos. E, além de economizar as próprias demandas internas de energia, com esse projeto a empresa também quer atender as necessidades por energia de propriedades rurais, urbanas e pequenas comunidades da região. Para Jorge Matsuda, diretor-presidente do Grupo Matsuda, principal investidor e apoiador do negócio, “a energia solar é a mais renovável e limpa, inesgotável, responsável pela vida no planeta, pela fotossíntese das plantas e, em consequência, pelo sequestro de carbono da atmosfera, evitando-se os buracos de ozônio e colaborando para minimizar o impacto devastador das mudanças climáticas, provocado pelo efeito-estufa”.

    Além desse aspecto sustentável, a energia solar possibilita um custo operacional baixo, com manutenção quase zero, cujo investimento acontece somente no início da produção, para montagem da usina. E esse é um investimento economicamente viável, com retorno a médio prazo, que gera energia local, eliminando custos de transmissão.  Tem boa eficiência energética, pois não se perde energia no caminho, como ocorre com as linhas de transmissão das grandes hidrelétricas.  Ainda de acordo com Mário Maeda, desde o início do funcionamento da micro usina, os equipamentos agrícolas produzidos pela Matsuda são sustentáveis, pois deixaram de emitir 4.600 kg de carbono na atmosfera.  “O Brasil tem jazidas de quartzo e um grande parque industrial de beneficiamento das mesmas, que as transformam em silício grau metalúrgico, para a produção dos painéis fotovoltaicos. As grandes dimensões territoriais e a grande incidência de raios solares mostram que o país tem um significativo potencial de geração desse tipo de energia”, ressalta.

    História do Trófeu Curuca

    Criado pela Revista feed&food em 2012, o troféu é um reconhecimento público das ações de sustentabilidade empresarial do setor, já que ainda não existe nenhuma certificação, sobre o assunto.  “Nosso objetivo é premiar empresas que têm como principal finalidade elaborar iniciativas de sustentabilidade e executá-las para o bem da sociedade”, explicou Osvaldo Ciasulli, diretor da Revista feed&food e idelizador do Troféu Curuca.  A idéia nasceu há quarenta anos, ainda na década de 70, quando viajou algumas vezes pelo País com um dos irmãos Villas Boas, Orlando Villas Boas, acompanhado de Dalgas Frisch, mais conhecido como “Senhor dos Pássaros” pelos sertões e florestas do Brasil.

    Ele conta que, por intermédio desses dois ícones  -- nossos “eternos sertanistas” -- pôde conhecer um pouco mais sobre a cultura Tupi-Guarani, onde se destacam as lendas dos indiozinhos Curupira e Caapora, que teriam a responsabilidade de proteger a flora e a fauna brasileiras.  Juntos, os três amigos conceberam a criação de um prêmio, simbolizado por esses dois personagens, visando à conscientização da preservação do meio ambiente, mas o projeto não era viável, à época. “Isso ficou na gaveta, eu levei a proposta para algumas editoras de grande nome, mas não foi possível concretizá-lo. Como nós não tínhamos recursos financeiros, aguardamos para um momento mais oportuno, e eis que ele chegou”, comemora Ciasulli. Em 2000 a iniciativa ganhou força e os dois personagens foram criados para representar a Editora Curuca, que é responsável pela publicação da Revista feed&food, entre outras. E, em 2012, Caapora e Curupira, com design assinado pela equipe de Maurício de Souza, se transformaram no Troféu Curuca de Sustentabilidade.

    Claro que isso só foi possível porquê a palavra sustentabilidade , no começo dos anos 2000, começou a sair do meio acadêmico, se expandir e ganhar força entre os novos executivos, certos de que não poderíamos mais encarar  o meio ambiente com o mesmo olhar extrativista de 500 anos atrás, pois não teríamos mais nenhum futuro, em nenhum setor produtivo, não apenas no agronegócio, que está vinculado, diretamente, à terra e à natureza.  Da construção civil, passando pelos setores têxtil, de eletrodomésticos, linha branca, indústria automobilística e de beleza, todos os setores de serviços e bens de consumo, até os bancários, começaram a se preocupar com a perenidade de seus negócios no mundo e, por conseguinte, do próprio mundo. Ou o planeta Terra, que a continuar sendo maltratado, como ainda vem acontecendo, não duraria muito mais tempo. Embora isso não esteja na pauta dos governos e países mais desenvolvidos, ainda, a palavra sustentabilidade  ganhou os centros de decisão e planejamento dos negócios. “Trata-se da maior mudança de paradigma que estamos assistindo, desde a revolução verde, nos anos 50, pois agora as empresas estão adotando como lição de casa a implantação da sustentabilidade em todas as ações intrínsecas de suas atividades”,  frisa Tejon. “Não são todas, ainda, lamenta Tejon, mas as empresas sérias e socialmente responsáveis já começaram a percorrer este caminho, e ele não tem mais volta”. Especialmente, as do agronegócio, responsáveis pela produção de alimentos”, comemora. 

    Fonte: Taxi Blue Comunicação Estratégica



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