• Nutrição
  • Grupo Matsuda reforça em Cuiabá novas ferramentas para a pecuária sustentável

    22/02/2017
    Em evento realizado dia 17 de fevereiro, em seu parque industrial de Cuiabá, o Grupo Matsuda reforça as potencialidades dos novos integrantes da família de gramíneas MG e do novo protocolo de nutrição animal defendido pelo grupo, em seu Programa Desempenho Máximo.

    Participaram do evento pecuaristas, produtores rurais e técnicos agropecuários, entre outros, de várias regiões do Estado do Mato Grosso. Focada em oferecer respostas tecnológicas cada vez mais efetivas para pecuaristas que buscam sustentabilidade com maior produção frente ao fim do desmatamento, recuperação de áreas degradadas com pastos cultivados que minimizam a emissão de gases efeito estufa (GEE), além de melhor remuneração por seus produtos apresentarem mais qualidade.

    O anfitrião Jorge Matsuda, presidente do Grupo, reforça o convite a pecuaristas, técnicos e profissionais da imprensa lembrando que “a pecuária de corte do Brasil e, muito especialmente, a de Mato Grosso, está vivenciando um momento de grandes transformações e de oportunidades, que fazem do Estado, além de maior produtor do país em escala, também produtor de carne bovina de qualidade”. Para ele, a pecuária de corte é um valioso setor estratégico nacional por ser fornecedor de alimento de alto valor proteico. Além disso, pelas dimensões da atividade, o Brasil é autossuficiente na geração de proteína animal. O setor gera externalidades positivas para toda a sociedade brasileira na forma de segurança alimentar, independência de mercados externos, alimentos acessíveis à população.

    Nesse contexto, Matsuda ainda destaca o Estado do Mato Grosso, com seus mais de 90 milhões de hectares de extensão, 11% do território nacional, abrigando três tipos de bioma: Pantanal, Cerrado e Amazônico. Em suas pastagens, alimentam-se 30 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho do País. “Hoje, o pecuarista brasileiro está cada vez mais profissional e adepto a novas tecnologias e vem conseguindo produzir mais em uma área menor, sem desmatar. Essa é a importância maior da tecnologia: aumentar a produtividade e a rentabilidade, sem expandir suas fronteiras. Para atender essa demanda de tecnologias que melhorem a rentabilidade da pecuária, as empresas que atuam no setor tiveram que investir em novas alternativas e técnicas para o segmento. Empresas de insumos, como as de sementes de forrageiras, não podem mais se preocupar somente com a pureza e germinação de seus produtos, qualidades estas que são no mínimo uma obrigação para seguirem no mercado”.

    E essa tem sido a principal preocupação do Grupo Matsuda: investir em tecnologia, em pesquisa de ponta, trabalhando com dedicação e com o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade. Temos a certeza de que, assim, estaremos superando todos os obstáculos. O Brasil é imenso. A pecuária brasileira é grande e, dentro dessa grandeza, está nosso compromisso.

    Programa Desempenho Máximo Matsuda

    Segundo Jorge Matsuda, diretor presidente do Grupo, esse programa veio para “auxiliar o pecuarista, o empresário, o produtor, o pequeno produtor, o leiteiro e os técnicos que atuam na área”. Ele explica que, “como vimos ao longo de nossa experiência de mais de 30 anos na produção de suplementos, existem muitos produtos no mercado, uma gama imensa com várias denominações e formulações, deixando o produtor pecuarista confuso com sua utilização. Por isso desenvolvemos o programa, após longos estudos e experimentos, resultando num método balanceamento de manejo nutricional, ideal para desenvolver o animal em cada etapa de desenvolvimento e de acordo com o período do ano”.

    Para usar corretamente os diversos produtos em diferentes épocas do ano, considerando o estágio de desenvolvimento do animal, se cria, recria ou engorda – e ainda se bezerro, se gado de leite ou confinado – e para não perder a linha de progressão do crescimento e do peso do animal, é que os técnicos do Grupo Matsuda criaram o Programa Desempenho Máximo.  São as orientações técnicas desse programa que irão otimizar a utilização correta dos suplementos, com informações consolidadas em um mapa de comunicação visual, onde o produtor lê e identifica facilmente os produtos corretos a serem utilizados.

    Para o médico veterinário Fernando A. Nunes de Carvalho, coordenador do Departamento técnico de Nutrição do Grupo Matsuda, “a metodologia do Programa Desempenho Máximo é simples, criada exatamente para facilitar o manejo nutricional na fazenda, por meio de todo um processo de informações visual. São ‘escadas’ com a indicação dos produtos a serem utilizados de acordo com a curva de crescimento. Para a produção de carne a pasto, por exemplo, são considerados 29 meses de criação, desde o nascimento (28 kg) até o acabamento (550 kg). Para vacas produtoras de leite, também a pasto, são considerados 39 meses de criação, desde o nascimento, passando pela desmama, cobertura, parto, nova cobertura e novo parto, quando o animal atinge 556 kg. Há banners também para o manejo nutricional de bezerros, de gado de corte confinado e de criação intensiva de gado leite”.

    Novos Cultivares da família MG

    O trabalho de cruzamento de diversos acessos de Andropogon iniciou-se em 2004 (trata-se de uma população híbrida obtida pelo método de policross). Esses materiais vieram do germoplasma da Matsuda Genética. Em seguida o processo foi de seleção de plantas com características superiores desejáveis como a maior produção de forragem, melhor qualidade nutricional, porte mais baixo e plantas de ciclo mais tardio.

    • A MG 7 Tupã é uma planta forrageira para solos de média a baixa fertilidade, para solos poucos profundos e também com cascalho. É uma ótima opção para regiões mais secas. Recomendado para bovinos nas fases de cria, recria e engorda e também pode ser consumido pelos equinos. Essa cultivar apresenta fácil manejo pelo porte menor, talo mais fino, folhagem mais intensa e ciclo mais longo. O pastejo deve ocorrer quando as plantas atingirem 50 a 60 cm, até a altura de 18 a 20 cm do solo.
    • A MG11 Tijuca foi originária de cruzamentos de diversos acessos de Setaria sphacelata originários da Matsuda Genética e posterior seleção (trata-se de uma população híbrida obtida pelo método de policross). Os cruzamentos tiveram início em 2004 e a seleção de plantas com boa produção de forragem, maior quantidade de folhas, porte mais baixo e menores teores de oxalato, características superiores a cultivar Kazangula, comercializada há anos.
    • A cultivar MG12 Paredão, tem como principal característica a alta produção de forragem, com folhas bastante compridas e largas, com alta palatabilidade, resultando em altas produções de carne e leite. Durante os anos de testes sob pastejo e de corte, não foi verificado sintomas de ataques nas plantas, e muito menos a presença de ninfas e adultos de cigarrinhas, pela ocorrência de antibiose e a maciça presença de joçal na base das plantas.
    • A cultivar MG13 Braúna, segundo o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento, é uma cultivar de Brachiaria brizantha de rápida rebrota, com boa produção de forragem, bem distribuída e boa qualidade nutricional. Aplicação importante da Braúna é sua utilização no mercado agrícola para a formação de palhada, devido ao seu crescimento mais prostrado, talos finos e susceptibilidade ao glifosato, semelhante à Brachiaria ruziziensis, podendo ser utilizada também no sistema de integração Lavoura-Pecuária (iLP).

    Com mais de seis décadas no mercado e líder mundial na produção e comercialização de sementes para pastagens tropicais, o Grupo Matsuda tem investido constantemente na busca de novos produtos através da pesquisa e do melhoramento genético. Os trabalhos têm resultado em seguidos lançamentos de novas cultivares de forrageiras tropicais. A pesquisa e o melhoramento genético são realizados nas mais diversas regiões do país, o que contribui para a geração de plantas adaptadas aos variados ecossistemas e alto potencial forrageiro.

     Sobre a Matsuda

    O Grupo Matsuda, que em 2017 está completando 69 anos de tradição no segmento da pecuária, atua na pesquisa, produção e comercialização de sementes para pastagens, suplementos minerais, inoculantes para silagem, equipamentos agrícolas, produtos veterinários e rações para pet, estando presente com unidades fabris em regiões estratégicas do País, como Cuiabá (MT), São Sebastião do Paraíso (MG), Vitória da Conquista (BA), Álvares Machado (SP), Goianira (GO), Imperatriz (MA) e São Gonçalo do Amarante (CE), além de centros de distribuição e representantes em todo o País. A empresa é líder do setor de sementes para pastagens no Brasil, e já está presente em mais de 23 países, entre América do Sul, Central, Europa e Ásia.

    Fonte: Taxi Blue Comunicação Estratégica

  • Projeto Campos do Araguaia busca adequação ambiental em propriedades do MT

  • O projeto irá apoiar a intensificação e restaurar de 130 mil hectares de pastagens no Médio Araguaia/MT. Serão realizadas adequação ambiental e intensificação sustentável em 50 propriedades rurais em

    + leia mais
  • Rally da Pecuária 2017 vai a campo em cenário de maior oferta

  • Produtores mais tecnificados tendem a manter ou até aumentar a rentabilidade apesar da queda nos preços

    + leia mais
  • iLPF proporciona estabilidade da oferta de forragem na propriedade leiteira

  • A região de Unaí, no Noroeste de Minas Gerais, é uma das principais bacias leiteiras do estado. Além do período da seca, a forte influência de veranicos e as altas temperaturas durante as águas são um

    + leia mais


  • Escreva um comentário



  • *

    *
    *





  • Comentários (0)



  • Criação de sites