• Sustentabilidade
  • Inovação na produção fomenta a discussão sobre recuperação de áreas degradadas pela pecuária

    24/07/2015
    Evitar o desmatamento nas regiões florestais e discutir técnicas para a recuperação de áreas degradadas pela pecuária, criando assim um novo cenário econômico e sustentável.

    Essa foi a temática do painel “Pecuária Sustentável na Prática”, realizado dia 23/7, em São Paulo, durante o XI Congresso Brasileiro e XVII Congresso Latinoamericano de Buiatria. O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, prestigiou o painel, apresentado pelo presidente do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), Fernando Sampaio.

    A pecuária sustentável reúne governos, empresas, entidades privadas, ONGs e universidades para discutir soluções e propor novos modelos de produção. Além das questões ambientais e o aumento da demanda por carne, os desafios das mudanças climáticas também geraram uma forte pressão por inovações tecnológicas na área.

    A pecuária é um dos grandes responsáveis por desmatamentos na Amazônia e por emissões de gases que agravam o efeito estufa. No Brasil, o GTPS conta com o apoio do Governo Federal para desenvolver estudos e ações com o objetivo de desenvolver uma pecuária capaz de produzir com mais eficiência e menor impacto ambiental.

    De acordo com o estudo divulgado em setembro pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 2013, 14,5% das emissões dos gases do efeito estufa tiveram origem na pecuária. Desses, 45% são atribuídos à produção e processamento de alimento, 39% produzidos pela digestão dos animais e 10% pela decomposição do estrume.

    “O Grupo tem buscado analisar os sistemas de produção, ecossistemas, legislações e realidades socioeconômicas locais de cada uma das zonas produtoras de carne do país, buscando soluções sob medida. Um trabalho delicado, de grande importância para a preservação dos ecossistemas brasileiros e para a saúde de todo o planeta”, explicou Sampaio.

    O secretário, Arnaldo Jardim, enfatizou o desafio para criar novas normas de defesa que incidirão sobre o trato animal no Brasil, com o objetivo de antever os problemas. “A precocidade dos animais é muito importante para que possamos otimizar a produção e o abate. Quando se introduz uma modificação traz uma série de consequências para o trato animal do ponto de vista veterinário. Por isso, o profissional veterinário é fundamental nesse processo, para que possa diagnosticar quaisquer alterações de comportamento do animal. A Sustentabilidade veio para ficar. O governador Geraldo Alckmin aceitou o desafio e está trabalhando, junto com os técnicos da Secretaria de Agricultura, para criarmos novas ferramentas de inovação de cultivares e as novas formas de produção do cuidar do solo para aumentar a produtividade na busca de integrar Lavoura, Pecuária e Floresta”, destacou o secretário.

    Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo 



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