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  • Inovação e Tecnologia: temas da Convenção Anual de Representantes de Vendas do Grupo Matsuda, realizado em Recife (PE)

    19/03/2018
    Com o tema “Inovação e Tecnologia”, o Grupo Matsuda realizou sua anual Convenção de Representantes de Vendas no Enotel Acqua Park, um belíssimo resort fincado na paradisíaca Porto de Galinhas, em Pernambuco, entre os dias 26,27 e 28 de fevereiro.

    Redação: Marisa Rodrigues

    Reunindo mais de 400 pessoas, entre pessoal de vendas, filhos e esposas, além das equipes técnicas de veterinários, agrônomos e zootecnistas, e da diretoria da empresa, a Matsuda proporcionou a todos quatro dias de trocas de experiências, ideias, sugestões entre profissionais de diferentes regiões do Brasil, que raramente podem encontrar-se, durante o ano, além da oportunidade de relax, num ambiente descontraído, repleto de piscinas e atividades recreativas durante 24 horas.

    O evento solene aconteceu no dia 27, no salão de convenções do hotel e reuniu um time engajado, vestindo a camisa da empresa com bastante entusiasmo, como se pode notar nas expressões de pessoas cujas histórias pessoais entrecruzam-se com as da Matsuda, na comemoração dos seus 70 anos. Exemplo do representante de vendas de Imperatriz, Maranhão, Valdjan Lima, acompanhado da esposa, Zuira e do filho, Valdjan Neto. “Nós criamos nossos filhos, mandamos os para a faculdade, eles já estão formados e trabalhando no que gostam. Uma de nossas filhas, a Priscila, é médica e tem consultório em São Paulo. È muito mais do que imaginamos que aconteceria algum dia”, diz Valdjan, entre feliz e emocionado. “Não tem como não amar a Matsuda”, completa Zuira.

    O presidente do Grupo, Jorge Matsuda, abriu o encontro, ao lado de diretores da empresa.

    Outro que tinha lágrimas nos olhos, enquanto cantava o Hino Nacional, na abertura do evento, era Luis Carlos Domenico Nalim, o mais antigo representante da empresa em Cuiabá – MT. “Todos os anos largo tudo o que estou fazendo e venho para essa convenção, atrás de novos conhecimentos, aprendizado sobre inovação e tecnologia, que depois vou poder disponibilizar para os meus clientes no Mato Grosso”, afirmou.  Nalim, como é carinhosamente conhecido por todos, veio acompanhado da esposa e da filha, e acabou sendo um dos vencedores do concurso de fantasias do qual participou, na noite de encerramento. “Animação e alegria sempre fizeram parte do meu pacote”, comentou, feliz.

    Jorge Matsuda, diretor-presidente do grupo, como sempre era um dos mais animados do evento, sempre acordando muito cedo para fazer sua caminhada matinal, e levantando o ânimo de todos, com os seus envios de WhatsApp para o seu grupo, entre funcionários, representantes e diretores, dando o exemplo de “quem cedo madruga, Deus sempre ajuda”. O tema inovação e tecnologia estava nas camisetas, e em toda a comunicação do evento, e, nesse ano em que a empresa comemora os seus 70 anos, não poderia ser mais pertinente. “A marca chegou onde está, líder de sementes forrageiras no Brasil, e com presença em mais de 21 países, além de ser a segunda colocada em suplementos minerais, porquê desde os primórdios, houve um consenso entre seus líderes e fundadores, que não deveriam economizar em investimentos em novas tecnologias”, destacou Aline, no seu breve discurso na abertura do evento.

    Participaram mais de 400 pessoas, entre pessoal de vendas, filhos e esposas, além das equipes técnicas de veterinários, agrônomos e zootecnistas, e da diretoria da empresa.

    Segundo ela, foi graças a esse foco que a empresa foi pioneira ao entrar no segmento de pastagens, na década de 70, fez parcerias com instituições de renome, e centrou o seu olhar em pesquisas e desenvolvimento de novas forrageiras, sempre preocupada em trazer para o prato do boi, não só quantidade de capim, mas qualidade nutricional, digestibilidade, conversão em ganho de peso e sustentabilidade para o meio ambiente. A Matsuda poderia ter se conformado em ser apenas uma distribuidora de sementes forrageiras e comercializar as sementes que a Embrapa pesquisava, mas não. O sonho – e é aí que a inovação se faz presente, desde o seu DNA – de ser grande e líder no setor, foi mais forte e além. Não bastava só vender o que os outros pesquisavam.

    A Matsuda quis ter o seu próprio cardápio de sementes forrageiras, e também, de suplementos minerais, outro segmento que ela colocou o pé na década de 80, desenvolvendo linhas próprias de nutrição animal para os diferentes clientes do rebanho: de vacas matrizes a touros para reprodução, de bezerros machos a novilhas candidatas a matrizes, abarcando todo o conjunto de animais: “fizemos suplementos para gado de corte e gado de leite, embora as condições do mercado naquele momento fossem adversas”, comentou Fernando A. N. de Carvalho, médico veterinário e sênior do departamento de Nutrição da Matsuda. Responsável pelas fórmulas dos suplementos, ele destacou que não era comum os fazendeiros suplementarem o gado, quando deram início ao projeto.

    Mesmo assim, a empresa foi corajosa e decidiu investir em algo que ainda ninguém comprava. “ Eles (os pecuaristas da época) queriam produzir bois ou leite, sem se preocupar com a alimentação dos animais”, ressaltou Carvalho, e a Matsuda não só acreditou nesse mercado, como se propôs a mudar essa cultura, ensinando os fazendeiros a suplementar adequadamente o seu gado, através do investimento em palestras, dias de campo, eventos em cidades distantes dos grandes centros e onde a informação era difícil de chegar, até que em 2005, investiu na criação de um estúdio próprio de televisão, para disseminar com mais rapidez essa nova cultura no campo: não se faz carne, nem leite, sem nutrição adequada.

    À esquerda, Kátia Matsuda, Debora Cerise e Aline Matsuda, no baile à fantasia. À direita, ghrupo de representantes fantasiados.

     “Esses dias de relax à beira do mar, além de fazer bem para a saúde e para a alma, fazem bem para a saúde da empresa Matsuda”, observou Jorge Matsuda, “ao mesmo tempo em que nos enche de orgulho, porque não ficamos deitados em berço esplêndido. Tudo isso é fruto de muito trabalho, mas também de inspiração e intuição: não só percebemos que existia essa lacuna no mercado da agropecuária – a de sementes forrageiras e depois, de suplementos minerais, -- mais recentemente, entramos também no setor de medicamentos veterinários -- como sempre nos preocupamos com a educação continuada do produtor pecuarista.

    “Não bastava fazer a semente, o suplemento ou o medicamento”, ressaltou, “mas tínhamos diante de nós um outro desafio que era levar essa informação ao campo, numa época em que ainda não havia internet, e nossos serviços de comunicação, até hoje muito precários, não passavam de meia dúzia de revistas dedicadas ao agro em âmbito nacional, e de jornais e rádios municipais”.  “Não foi fácil”, admite Jorge, “por isso, utilizamos essa fórmula de venda de porta-em-porta, montando equipes de vendas, chefiadas por seus representantes, em todas as regiões do Brasil. “Foi um trabalho de formiguinha, mas diário, incansável e gigantesco, para hoje, podermos estar aqui nesse lugar incrível, desfrutando do sucesso do nosso trabalho”, concluiu.

    O encerramento da convenção aconteceu no restaurante Flor de Sal, no dia 28 à noite, com uma galera animadíssima, que não só levou à sério o convite da diretoria para vir vestida à fantasia, como caprichou nos figurinos e adereços. O tema, claro, era os anos 70, mas no quesito vestimenta ou moda, o pessoal embolou tudo: tinha hippies, ciganos, piratas, zorros, mulheres maravilhas, muitas com o famosérrimo vestido de bolinha da festa dos 15 anos, incluindo óculos de gatinho, etc. O grupo dançou e comemorou a brincadeira até altas horas. E, claro, já aguardando o convite para a convenção de 2019.

    Fonte: Taxi Blue Comunicação Estratégica



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