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  • Membros do CCAS lançam livro sobre a evolução do agro nos últimos 50 anos

    13/10/2017
    Obra mostra a evolução da agropecuária nacional e destaca a atuação dos 200 engenheiros agrônomos formados pela Esalq/USP em 1967

    Capa do Livro “50 anos: Da Agricultura tradicional ao agronegócio – Legado dos engenheiros agrônomos Esalq/USP 1967”. Foto divulgação.

    Muitas transformações ocorreram na agricultura e na pecuária nacionais nos últimos 50 anos. Da figura do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, ao profissional que alimenta as cidades e sustenta a balança comercial do país, tudo no agro mudou. Parte dessa história de mudança foi protagonizada pelos 200 engenheiros agrônomos formados pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em 1967, que, neste ano, para comemorar meio século de formatura lançam o livro “50 anos: Da Agricultura tradicional ao agronegócio – Legado dos engenheiros agrônomos Esalq/USP 1967”.

    A obra, que tem prefácio do engenheiro agrônomo, Fernando Penteado Cardoso, traz aspectos históricos políticos, socioeconômicos, e da Esalq. Seu diferencial está em apontar a evolução da agricultura brasileira nas áreas de atuação dos esalqueanos formados em 1967. Com gráficos, textos e imagens, é possível acompanhar como os diversos setores rurais, nos quais atuaram, cresceram no período.  “Queremos deixar um legado, uma obra de relevância, que possa ser instrumento de estudos, inclusive para os futuros profissionais e produtores”, destaca o engenheiro agrônomo Amauri Dimarzio, coordenador da comissão organizadora do livro.

    A publicação mostra também a trajetória profissional desses engenheiros agrônomos, relatada através de minibiografias. Além de abordar uma visão de futuro com análise dos conselheiros do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), José Luiz Tejon, escritor e coordenador Acadêmico de Pós-Graduação e Coordenador do Núcleo de Agronegócio da Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM/SP, e Antonio Roque Dechen, professor da Esalq/USP e presidente da Fundação Agrisus.

    O livro terá seu lançamento oficial no dia 14 de outubro, durante o encerramento da tradicional Semana Luiz de Queiroz, que completa a 60ª edição em 2017, com a presença de autoridades e da própria Esalq. 

    O engenheiro agrônomo, Ondino Cleante Bataglia, também da comissão organizadora, aponta que o livro engloba muitas áreas, como pesquisa e ensino rural, agroindústria, extensão rural, entre outras. Na parte das estatísticas, diversas instituições públicas e privadas que atuam no setor colaboraram com a obra bem como o professor Carlos Bacha e equipe, da Economia, da Esalq.

    A organização da obra é assinada pela jornalista Marlene Simarelli, especialista em conteúdo sobre agricultura e meio ambiente. Assinam os capítulos além da própria jornalista, os integrantes da turma Adilson Dias Paschoal, Amauri Dimarzio, Moacir José Costa P. de Almeida, João Domingos Vieira, Ondino Cleante Bataglia e o também jornalista Jeferson Batista.  O livro começou a ser planejado em 2012 e elaborado a partir de fevereiro de 2013, com a realização de mais de duzentas entrevistas. 

    O perfil dos engenheiros agrônomos da F67

    Inovação e pioneirismo são as principais características dos engenheiros agrônomos da turma da Esalq/USP formada em 1967. “É um grupo de profissionais que deixou marcas relevantes para a transformação do agro, no Estado de São Paulo e no país”, observa a jornalista, que é diretora da agência de produção de conteúdo para o agro, a ArtCom Assessoria de Comunicação.

    No legado destes profissionais, de muita inovação e pioneirismo, destacam-se: o desenvolvimento do ovo em pó, a introdução de novas e importantes cultivares de frutas que impactaram o setor, novas indicações de manejo e nutrição vegetal e animal, o início do zoneamento agrícola, a introdução de novas disciplinas no ensino da Agronomia (entre elas, a Hidrologia), a introdução de estatísticas e índices inovadores em pecuária, avicultura, pesquisa, etc. Além do desenvolvimento do Estado de Rondônia, com a fundação de 42 municípios dos 52 existentes; a participação no desenvolvimento de novos cursos, novas faculdades e da primeira máquina para colheita de café. Inclui ainda a modernização da agroindústria de laticínios com a colocação no mercado de iogurtes e sobremesas lácteas, a abertura de novas fronteiras agrícolas, entre tantas outras inovações e pioneirismos.

    Sobre o CCAS

    O Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados àsustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

    O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

    Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

    A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/. Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel.

    Fonte: CCAS / Alfapress



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