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  • O agronegócio há 50 anos supera tudo, inclusive os governos

    22/05/2020
    Agronegócio: a força da econômia brasileira.

    1970, lá estava o ministro Cirne Lima e deixava o projeto e orçamento para criação da Embrapa. Governo Médici. Dali em diante o agronegócio sempre cresceu e trouxe o Brasil junto. Superamos a crise do petróleo de 1975 e 1978, criamos o Pró-álcool. Depois superamos toda década perdida dos anos 80. Éramos não mais do que 50 milhões de toneladas de grãos e ainda fracos na proteína animal de aves e suínos.

    Chegamos nos anos 90, superamos o Plano Collor, conseguimos resgatar as cooperativas, entramos no governo Lula, o ministro Roberto Rodrigues foi outro ótimo exemplo de ministro em ação, o agro continuou crescendo mesmo na crise de 2008. Superamos os governos Dilma, o impeachment, crescemos no governo Temer, e agora no governo Bolsonaro, mesmo com toda guerra de nós contra eles, ali temos a ministra Tereza Cristina e, em meio a pandemia, é o agro que está mantendo este país respirando. O respirador nacional se chama agronegócio.

    Mas atenção! Não iremos ao futuro com um país dividido e muito menos com um agro dividido. Está na hora de ambientalistas e produtores se conciliarem, está na hora do Itamarati se conciliar com os mercados clientes, está na hora das cadeias de produção se reunirem e tomarem conta cada uma dos seus elos do antes, dentro e pós porteira, e está na hora das confederações nacionais empresariais se organizarem entre si.

    O agronegócio de 1970 a 2020, são 50 anos. Superou tudo, com dificuldades e incomparavelmente menos suporte governamental do que os países concorrentes. Portanto, se houver divisão no agro, vamos nos derrotar internamente, o que nunca ocorreu. Governos militares, ou destrambelhados como Collor, ou sociais como Fernando Henrique, ou de esquerda como Lula e Dilma, ou como até agora da cloroquina e da tubaína. Nenhum deles parou o agro.

    E o agro não será parado e muito menos dividido para enfraquecer o Brasil. Hora de liderança unida, reunida e respeito pelo país.

    José Luiz Tejon para Jovem Pan.

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