• Sanidade
  • Pecuarista não cai em fake news na saúde animal

    07/05/2020
    “Pecuarista respeita a ciência”, assim ouvi de Nivaldo Grando, diretor de pecuária da Boehringer, uma empresa líder tanto em saúde animal quanto humana.

    Nivaldo Grando, diretor de pecuária da Boehringer.

    “Pecuarista respeita a ciência”, assim ouvi de Nivaldo Grando, diretor de pecuária da Boehringer, uma empresa líder tanto em saúde animal quanto humana. Conversamos e comparamos a distância que separa os rigores científicos e os protocolos da moderna pecuária brasileira, com a crise carregada de dúvidas dos procedimentos sanitários do novo coronavírus. Cheio de desinformação e fake news.

    E na conversa Nivaldo, diretor de pecuária da Boehringer, disse: “pecuarista não se engana com fake news a respeito da saúde animal”. Temos cerca de 217 milhões de cabeças de boi no país. Ano passado a pecuária cresceu 27%. Exportamos 20% aproximadamente da carne produzida e a meta para 2020 será exportar 25%.

    Ocorre que o rigor sanitário para acessar mercados internacionais é gigantesco. Pecuarista sabe da importância da saúde. E agora em maio é um período de vacinação. A boiada é reunida e diversas doenças e parasitas são tratados preventivamente, quer dizer, na saúde animal a prevenção é sagrada e faz parte da saúde animal dos bois e vacas a qualidade do que comem.

    O pasto bom, a nutrição do pasto com nutrientes, fertilizantes, o alimento da boiada a torna mais saudável. Comida boa. Covid-19 nasceu de um péssimo mercado sem rigores sanitários, com animais vivos em Wuhan. No passado tínhamos no Brasil muitos matadouros sem sanidade e higiene. Hoje isso é ilegal.

    O pós novo coronavírus será de gigantescas exigências de procedimentos e rigores voltados a assegurar qualidade sanitária da carne, do leite e de todos os produtos do agro.

    Nivaldo Grando afirma que a preocupação com o animal sadio está forte na consciência dos produtores rurais e ninguém nega a vacinação e seguir os protocolos científicos. Nivaldo me disse que cuidar da saúde do rebanho bovino significa apenas 5% do custo da criação, e que isso pode ser feito com disciplina e respeito à ciência.

    A Hora do Agronegócio, impressionante ver que seguimos exatamente o que a ciência manda com a pecuária. Mas tem gente que duvida e desdenha da ciência na causa humana.

    José Luiz Tejon para Jovem Pan.

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