• Genética
  • Uso da inseminação artificial na pecuária de corte

    13/10/2014
    A inseminação artificial (IA) em gado de corte tem crescido muito nos últimos anos, principalmente em função da utilização da inseminação artificial em tempo fixo (IATF).

    Segundo dados da ASBIA, em 2010 foram comercializados mais de 10 milhões de doses de sêmen, sendo aproximadamente 60% para a pecuária de corte. Esta quantidade de sêmen corresponde a apenas 7% dos nascimentos na pecuária brasileira e existe uma perspectiva para que esse número chegue 12% em 2020.

    A Inseminação Artificial (IA) apresenta várias vantagens:

    • Seleção genética mais acentuada;

    • possibilidade de utilizar o cruzamento industrial em regiões de clima quente e com isso desfrutar das vantagens desta técnica;

    • redução dos custos com manutenção do touro;

    • prevenção de acidentes em vacas e novilhas (touro pesado);

    • prevenção acidentes com pessoas (touros agressivos);

    • utilização de touros já mortos de grande valor genético ou com problemas para realizar a monta;

    • aumento do número de descendentes de touros geneticamente superiores;

    • padronização dos lotes de bezerros e como consequência, facilidade de comercialização e de tornar o controle zootécnico do rebanho mais confiável.

    Porém, a IA apresenta alguns inconvenientes, como necessidade de mão de obra treinada e comprometida com os resultados, manejo do botijão de sêmen e, principalmente, problemas de observação do cio. Em função dessas dificuldades e do anestro pós-parto, a IA convencional não obteve sucesso na pecuária de corte, pois a taxa de serviço era muito baixa. Assim, ao invés de aumentar a eficiência reprodutiva, a IA com observação do cio reduziu o ganho econômico do pecuarista em relação à monta natural, em função principalmente dos problemas para identificar vacas de corte em cio. No entanto, com o advento da IATF, esse cenário se modificou e, atualmente, a inseminação artificial passou a ser utilizada em maior escala na pecuária de corte.

    Na IATF, as vacas recebem um tratamento hormonal especifico definido pelo medico veterinário e podem ser inseminadas sem a observação de cio. Com isso, a IATF resolve o grande problema da IA, que é justamente essa observação de cio. Além disso, o tratamento hormonal induz ciclicidade nas vacas que porventura não emprenharam. Esses dois fatores têm impacto significativo no intervalo entre partos e consequentemente na eficiência reprodutiva do rebanho.

    Fonte:  Equipe Rehagro

     


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