maio 1, 2026

Mastite no período chuvoso: como o contato com o barro gera impactos na produção e qualidade do leite

Condições ambientais típicas do período chuvoso favorecem a proliferação de patógenos e elevam os desafios sanitários na pecuária leiteira

Ambientes úmidos e com acúmulo de matéria orgânica e barro favorecem
a multiplicação de microrganismos causadores da mastite

O período chuvoso traz desafios
importantes para a pecuária leiteira, especialmente quando o excesso de
barro nas áreas de circulação e descanso dos animais aumenta o risco
de doenças no rebanho. Entre as principais preocupações está a
mastite, inflamação da glândula mamária que impacta diretamente a
produtividade, a qualidade do leite e a rentabilidade da propriedade.

Ambientes úmidos e com acúmulo de matéria orgânica e barro favorecem
a multiplicação de microrganismos causadores da mastite. O contato
constante dos tetos com superfícies sujas eleva a chance de exposição
aos patógenos, principalmente em sistemas onde não há manejo adequado
de de corredores e limpeza dos pisos, higiene das instalações e rotina
de ordenha bem estabelecida.

De acordo com Chester Batista, Gerente Técnico para Gado de Leite na
área de Ruminantes da Zoetis Brasil, o período chuvoso exige atenção
redobrada do produtor. “O manejo adequado das instalações e do
ambiente onde as vacas ficam não é apenas uma questão visual. A
ausência de higiene aumenta a pressão de patógenos no ambiente e,
consequentemente, o risco de novos casos de mastite. Isso se reflete em
queda de produção, descarte de leite, aumento de custos com tratamento
e possível comprometimento da qualidade final do produto”, explica o
médico-veterinário.

A mastite pode provocar redução significativa na produção individual
das vacas, além de alterar a composição do leite, elevando a contagem
de células somáticas (CCS) – indicador importante da qualidade do
leite, além de impactar diretamente nas bonificações por qualidade.
Em casos mais severos, em que não há tratamento de forma adequada e
precoce, a doença pode levar em alguns casos inclusive na morte de
animais, ampliando assim os prejuízos econômicos.

Nesse contexto, a prevenção deve estar associada a um conjunto de
medidas que incluem manejo adequado das áreas de espera e descanso,
manutenção de camas secas e limpas, rotina criteriosa de
higienização dos tetos antes e após a ordenha (pré e pós-dipping) e
monitoramento constante da saúde do úbere. Quando o tratamento se faz
necessário, a escolha do protocolo adequado é fundamental para a
rápida recuperação do animal e para a preservação da produtividade
do rebanho.

Entre as opções terapêuticas está o Synulox(R) LC, tratamento
intramamário indicado para a mastite clínica, com ação
anti-inflamatória de vacas em lactação, com carência curta de apenas
3 dias para o leite. A solução auxilia no controle dos principais
agentes bacterianos envolvidos na mastite, contribuindo para a
recuperação do úbere e para o retorno mais rápido da vaca ao seu
potencial produtivo.

“O tratamento correto, aliado a boas práticas de manejo, é essencial
para reduzir perdas e manter a eficiência da fazenda, especialmente em
períodos críticos como a temporada chuvosa”, reforça Chester Batista.
Ao integrar prevenção, diagnóstico precoce e protocolos terapêuticos
adequados, o produtor fortalece a sanidade do rebanho, protege a
qualidade do leite e sustenta melhores resultados ao longo do ano, mesmo
diante dos desafios impostos pelo clima.

Nesse contexto, a Zoetis atua como parceira do setor, oferecendo
soluções, tecnologias e suporte técnico que auxiliam o produtor na
adoção de boas práticas de manejo e no cuidado com a saúde do
rebanho. Ao investir em conhecimento e inovação, a cadeia produtiva
fortalece a sustentabilidade da produção, melhora os indicadores
zootécnicos e ganha maior previsibilidade de resultados, mesmo diante
de cenários sanitários cada vez mais desafiadores.

Fonte: Assessoria de Imprensa Zoetis

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