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Marmoreio verde: É possível produzir carne premium exclusivamente a pasto no Brasil?
A busca por uma carcaça que equilibre o volume de carne do Zebu com a gordura entremeada das raças britânicas deixou de ser um sonho de laboratório para se tornar
Mudança climática eleva preço da carne e poluição da pecuária.
Aqueles que estão desembolsando R$ 40 por quilo de carne de segunda ou até mesmo deixando de consumi-la em 2021, podem pensar que a situação não pode piorar. No entanto,
Pecuária com média lotação no pasto gera crédito de carbono.
Na Embrapa Pecuária Sudeste, um sistema de média lotação de 3,3 UA/ha recuperou pastagem degradada e neutralizou emissões de gases de efeito estufa, gerando créditos de carbono equivalentes a seis
Canal Boi a Pasto
Últimas notícias
Marmoreio verde: É possível produzir carne premium exclusivamente a pasto no Brasil?
A busca por uma carcaça que equilibre o volume de carne do Zebu com a gordura entremeada das raças britânicas deixou de ser um sonho de laboratório para se tornar realidade no campo. O chamado marmoreio verde — a deposição de gordura intramuscular em animais criados e terminados 100% a pasto — está redesenhando a pecuária de ciclo curto no Brasil. O que antes era visto como um gargalo genético do Nelore, agora se mostra uma oportunidade de mercado para atender consumidores que exigem sustentabilidade e saudabilidade sem abrir mão da experiência sensorial. A mudança não aconteceu por acaso. Ela é sustentada por três pilares: a identificação de linhagens genéticas específicas, a intensificação do manejo forrageiro e o uso de ferramentas de precisão que permitem antecipar o resultado do abate antes mesmo de o bezerro ir para o desmame.
Tecnologia amplia acesso da carne brasileira ao mercado halal
O avanço de ferramentas de rastreabilidade, como blockchain, inteligência artificial e leitura por QR Code, vem reduzindo uma das principais barreiras para a carne brasileira ganhar mais espaço no mercado halal: provar, com mais transparência e velocidade, que toda a cadeia seguiu as exigências religiosas, sanitárias e comerciais exigidas pelos compradores. O movimento importa porque o Brasil já lidera as exportações globais de alimentos halal e tenta ampliar presença em mercados do Oriente Médio, da Ásia e da África.
Agronegócio precisa de quase R$ 50 trilhões por ano para enfrentar as mudanças climáticas
O volume de recursos necessário para enfrentar as mudanças climáticas até 2035 alcança cerca de R$ 41,6 trilhões por ano, segundo estimativas internacionais consolidadas, mas o fluxo global de investimentos ainda está muito abaixo desse patamar, revelando um descompasso que tende a impactar diretamente a produção agropecuária. Dados do relatório Global Landscape of Climate Finance 2025, da Climate Policy Initiative, mostram que o financiamento climático global atualmente gira entre US$ 1,9 trilhão e US$ 2 trilhões por ano — o equivalente a R$ 9,9 trilhões a R$ 10,4 trilhões. A diferença entre o necessário e o realizado expõe não apenas a limitação de capital, mas sobretudo dificuldades estruturais de direcionamento e execução desses recursos.
Acordo UE-Mercosul abre janela para agronegócio brasileiro reposicionar imagem no exterior
A entrada em vigor provisória do acordo comercial entre a União Europeia e os países do Mercosul, marcada para 1º de maio, abre um novo ciclo para o agronegócio brasileiro. O movimento vai além do acesso tarifário, pois coloca em pauta o posicionamento do setor diante de um mercado cada vez mais orientado por critérios de origem, transparência e práticas ambientais.
O tema foi debatido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), com a participação do conselheiro de comércio da Delegação da União Europeia em Brasília, Damian Vicente Lluna.