agosto 16, 2026

Crédito amplia recuperação de pastagens

A recuperação de pastagens degradadas ganha espaço como estratégia para elevar a produtividade agropecuária sem ampliar áreas abertas. Com cerca de 165 milhões de hectares de pastagens no país, o potencial inclui maior produção de alimentos, fibras, madeira e bioenergia, além de ganhos ambientais.

Escolha da semente define produtividade e vida útil das pastagens

A escolha da semente é uma das decisões mais importantes na formação ou reforma de uma pastagem. Embora represente apenas entre 5% e 8% do custo de implantação, esse insumo influencia diretamente a produtividade, a durabilidade da área e o retorno econômico da atividade pecuária.

Braquiária híbrida Mavuno ganha destaque internacional e reforça eficiência da pecuária tropical diante das mudanças climáticas

A braquiária híbrida Mavuno vem consolidando seu reconhecimento internacional como uma das principais alternativas para elevar a produtividade da pecuária tropical. Dois estudos científicos publicados em 2026, em periódicos internacionais, demonstram que o material apresenta elevado desempenho produtivo e nutricional mesmo em ambientes desafiadores, como áreas de baixa fertilidade e períodos prolongados de estiagem.

Especialistas orientam produtores a planejar alimentação do gado para enfrentar período seco

Com a chegada do período seco em Mato Grosso do Sul, especialistas orientam produtores rurais a anteciparem o planejamento da alimentação do rebanho para evitar prejuízos na pecuária. A falta de preparo pode comprometer o ganho de peso dos animais, a produção de leite e os índices reprodutivos, além de elevar os custos com a compra emergencial de suplementos e volumosos.

Por que cortar o capim aumenta o perfilhamento?

O perfilhamento é um dos processos mais importantes para o desenvolvimento das forrageiras e está diretamente relacionado à capacidade de produção das pastagens. Mas por que cortar o capim faz a planta produzir mais perfilhos? Entender esse mecanismo é fundamental para quem busca maior eficiência no manejo e melhores resultados na produção de feno.

Forragem hidropônica é opção na pecuária

O temido El Niño está de volta. E, com ele, aumenta a preocupação dos produtores rurais do Rio Grande do Sul com a alimentação do gado. No estado mais ao sul do Brasil, o fenômeno climático extremo está associado a um maior volume de chuvas e temperaturas elevadas, que afetam a pecuária por meio da redução do volume e da qualidade das pastagens.

A forragem verde hidropônica (FVH) vem ganhando destaque no cenário da pecuária brasileira e atua como um complemento nutricional de alto valor na pecuária. Embora não substitua totalmente o pasto ou a ração concentrada, é uma excelente solução estratégica para garantir alimento fresco, rico em proteínas e de alta digestibilidade durante o ano todo para equinos, bovinos de corte e de leite, ovinos, caprinos e suínos.

Silagem fortalece nutrição do gado nos períodos de estiagem

A chegada do inverno e a ausência de chuvas trazem também o período de estiagem, quando o pasto seca e os animais têm maior dificuldade para se alimentar. É neste momento que a silagem favorece o ganho de peso e a produção de leite.

Em Pederneiras (SP), o pecuarista Paulo Vitor Garcia utiliza a selagem de milho embolsa, armazenando o grão embaixo de lonas com capacidade de até 100 toneladas.

Capim-açu e moringa são alternativas para alimentar rebanho durante estiagem em RR

Com a previsão de queda no volume de chuvas e a aproximação da estiagem em Roraima, os produtores rurais precisam iniciar o planejamento para manter a produção. O manejo nutricional dos rebanhos exige cuidados diante da falta de água. O assunto foi destaque no Amazônia Agro deste domingo (5).

O zootecnista Jalison Lopes, responsável pelo setor de bovinocultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Roraima (UFRR), explica as alternativas para a produção de silagem e a estocagem de alimentos para o período.

Uma das opções é o capim-açu. A forrageira é fonte de proteína para os animais e chega a oferecer até 15% do nutriente com as técnicas de manejo.