Câmara de Comércio Brasil – Peru será lançada nesta quarta-feira (04), em São Paulo, em evento oficial que acontece no Consulado Geral do Peru

Nesta quarta-feira, dia 4 de outubro, será lançada, oficialmente, na sede do Consulado Geral do Peru, em São Paulo, a Câmara de Comércio Brasil – Peru. O evento recebe inscrições pelo link https://bit.ly/VIRTUAL-CAMBRAPER. Segundo Rafael Torres Morales, CEO da Rede Internacional de Negócios (RIN) e Presidente do Comitê Organizador da CAMABRAPER, o lançamento da entidade servirá como um catalisador para a melhoria imediata nas relações comerciais e empresariais entre ambos os países, criando um espaço comum de diálogo dedicado inteiramente a facilitar as relações empresariais e, com isso, o fluxo comercial e de investimentos. O Brasil mantém um comércio corrente de cerca de 6 bilhões de dólares com o Peru, segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O que pode ter causado a morte de milhões de peixes em cidade da Austrália

Os primeiros relatos sobre a morte de peixes em grande escala aconteceram na manhã de sexta-feira (17/3) em Menindee, no Estado de Nova Gales do Sul. A autoridade fluvial culpou uma onda de calor que afeta o rio Darling-Baaka. Moradores locais dizem que esta é a maior mortandade de peixes a atingir a cidade, que experimentou evento semelhante apenas três anos atrás. Em um post no Facebook, o Departamento de Indústrias Primárias de Nova Gales do Sul disse que a onda de calor colocou “mais estresse em um sistema que experimentou condições extremas de inundações em larga escala”.

Aplicativos ajudam piscicultores e agricultores familiares a encontrarem novos clientes

O primeiro, já disponível para o sistema Android, se chama Vendo Meu Peixe, e é direcionado a piscicultores. O segundo é o Rede Campo – Sabor do Campo a um Clique, que pretende aproximar consumidor e produtor rural para estimular a comercialização de produtos da agricultura familiar. O IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater), em parceria com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Santa Helena, lançou nesta quinta-feira (09), no Show Rural, em Cascavel, dois aplicativos que auxiliam a comercialização de produtos rurais paranaenses. O primeiro, já disponível para o sistema Android, se chama Vendo Meu Peixe, e é direcionado a piscicultores. O segundo é o Rede Campo – Sabor do Campo a um Clique, que pretende aproximar consumidor e produtor rural para estimular a comercialização de produtos da agricultura familiar. O Vendo Meu Peixe é fruto da observação de extensionistas do IDR-Paraná. Eles perceberam que os piscicultores do Oeste do Paraná têm apresentado dificuldades para encontrar canais de venda da produção. Para resolver esse problema, o aplicativo vai apresentar um mural de ofertas. Assim, resolve também um problema dos compradores, que poderão localizar lotes por tamanho dos peixes e localização, e então negociar a compra. A ferramenta já está disponível para download na Google Play Store (dispositivos Android), e também pode ser acessada pelo Instagram do IDR-Paraná (@idrparana). Em breve será também disponibilizado para IOS. O aplicativo é dirigido a piscicultores, abatedouros de peixe e empresas de piscicultura de todo o Estado. O Sabor do Campo a um Clique, destinado a viabilizar a comercialização de alimentos da agricultura familiar, nasceu pela dificuldade identificada pelo grupo Rede Campo durante a pandemia para encontrar produtores familiares. O objetivo é ter um espaço para que agricultores possam comercializar seus produtos em todo o Estado, bem como garantir para a população o acesso a alimentos saudáveis e de qualidade. Atualmente a ferramenta se encontra em testes no município de Santa Helena, e na sequência será implementada em Londrina e Toledo, e então por todo o Estado. Depois de feitos os devidos ajustes, o aplicativo ficará disponível nas plataformas de aplicativos para agricultores familiares, agroindústrias rurais, cooperativas do Paraná e consumidores. Ambas as ferramentas estão devidamente registradas, atendendo às exigências da legislação e seu uso é gratuito. O desenvolvimento dos aplicativos foi liderado pela professora Alessandra Matte, da UTFPR, em parceria com o IDR-Paraná. A criação foi viabilizada pela Rede Campo (Rede de Pesquisa, Inovação e Extensão em Desenvolvimento Rural), um grupo de pesquisadores, extensionistas e desenvolvedores vinculados à UTFPR, ao IDR-Paraná e outras instituições de ensino e pesquisa do Brasil O projeto contou, também, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da prefeitura de Santa Helena. Fonte: Agência Estadual de Notícias do Paraná Curadoria: Boi a Pasto

Aquicultura é a atividade de produção animal que mais cresce no País

Apoio da FAESP possibilitou mudança na legislação ambiental, que está impulsionando o setor no estado de São Paulo Um setor que pode ser estratégico para alimentar a população do planeta, a aquicultura está em franca expansão no Brasil. O país tem as taxas mais altas de crescimento do mundo nos relatórios internacionais, segundo estudo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo de 2021. O estudo também destaca que a aquicultura é a atividade nacional de produção animal que mais cresce. O termo compreende a criação de organismos aquáticos, como peixes e mariscos, dentro de propriedades, diferenciando-se da pesca extrativista. “No Brasil, vemos um crescimento fantástico da produção de pescados nos últimos anos, devido a algumas características naturais: disponibilidade de terra, de água e de matéria prima”, analisa Martinho Colpani, presidente da Câmara Setorial do Pescado em São Paulo e coordenador adjunto da Comissão Técnica de Aquicultura da FAESP (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo). Ele cita que o setor busca manter a oferta constante, a preço adequado, colocando nas gôndolas os produtos mais apreciados pelos consumidores, como o filé de tilápia, hoje o líder de vendas. Olhando mais de perto os dados da produção paulista, nota-se que das 80 mil toneladas produzidas por ano, cerca de 75% estão concentradas em 12 municípios, de acordo com estudo da Embrapa Territorial (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), de 2020. Possibilitar que a produção alcance um número maior de cidades é um dos desafios para o setor. “O que vemos é resultante do modelo que foi construído. A aquicultura no estado avançou muito devido ao modelo de tanques-rede, instalados nas usinas hidrelétricas. São Paulo tem grandes corpos de água em usinas hidrelétricas, então, os municípios próximos delas foram mais beneficiados”, explica Martinho. A produção de organismos aquáticos pode ser feita em tanque-rede ou viveiro escavado. A primeira opção é uma estrutura flutuante, semelhante a uma gaiola, podendo ser confeccionada em rede ou tela revestida, permitindo a passagem de um elevado fluxo de água. Já o viveiro escavado é construído retirando-se terra de sua parte central ou de uma encosta, elevando-se as paredes, colocado, em geral, em áreas planas que permitem melhor controle para abastecimento e drenagem. Divisor de águas Martinho destaca que houve um verdadeiro divisor de águas em 2016, que vem possibilitando a produção em viveiros escavados, naqueles municípios que não ficam próximos das hidrelétricas. Com apoio da FAESP, o setor se mobilizou e conseguiu uma alteração da legislação ambiental no estado, que tornou aptas novas espécies para serem criadas nesse modelo. “Com essa nova legislação, está crescendo a oferta do pangasius (também conhecido como peixe panga), uma espécie que permite alta produtividade no viveiro escavado”, comemora o coordenador adjunto. A diversificação de espécies é um passo fundamental para que mais municípios ganhem uma fatia desse mercado lucrativo. Para ter uma ideia de como o modelo de viveiro escavado impacta positivamente o setor, a média de produção da tilápia é de 10 a 20 toneladas por hectare/ano, mas no caso do panga, esse volume salta para 200 toneladas por hectare/ano, “trazendo mais rentabilidade para o pequeno e médio produtor”, segundo Martinho. “Além disso, enquanto a tilápia oferece 30% de filé, o panga chega a ofertar 45%. O peixe pode ser uma alternativa de menor custo, em função da eficiência na cadeia produtiva”, diz Martinho. A exportação é outra porta estratégica que se abre para a aquicultura do Brasil. O país já é um grande produtor mundial e está exportando cada vez mais. O coordenador adjunto lembra que “o Brasil teve algumas dificuldades na Europa, mas outros países abriram o mercado para nós; estamos fazendo o dever de casa, aumentando a oferta de pescado”. Menor dependência do mercado externo A maior capacidade produtiva do setor está permitindo diminuir a dependência do País em relação ao mercado externo. “Hoje importamos quase um bilhão de reais por ano em filés de panga da Ásia”, reitera, “mas estamos caminhando para substituir essa importação por produção local, que vai gerar cada vez mais empregos e renda”. Martinho cita que as grandes redes de supermercados já estão comprando boa parte da produção paulista. O crescimento do segmento propiciou a criação da ABCPanga (Associação Brasileira dos Criadores de Panga) e da Cooperpanga, das quais Martinho é vice-presidente e presidente, respectivamente. A exemplo do que aconteceu com a mudança na legislação ambiental para empreendimentos aquícolas, em 2016, os representantes do setor atuam para a conquista de outros avanços nas políticas públicas. “Precisamos urgentemente tirar o Estado das nossas costas, diminuir os custos e adequar o sistema tributário. No nosso segmento, observamos essa necessidade de maneira mais enfática. Afinal, é um contrassenso que, em um país com tantas qualidades favoráveis, tenhamos que importar pescados”, defende o especialista. Neste sentido, a atuação da FAESP, da Câmara Setorial do Pescado e demais entidades da aquicultura, continua sendo imprescindível, visando reduzir a carga tributária e desburocratizar a concessão de licenças. “Para iniciar uma criação, o produtor se submete a cinco órgãos do estado, o que gera repetição de informações, morosidade e desinteresse. Isso pode acarretar duas situações: produtores à margem do sistema, por não conseguirem se adequar, ou aqueles que desistem, deixando de gerar empregos”. Mas para um setor que vem colecionando bons resultados, essas dificuldades não diminuem o otimismo para os próximos anos e representam tão somente desafios a serem superados. Fonte: Agrolink Curadoria: Boi a Pasto

Livro e curso da Embrapa tratam de compostos nitrogenados na carcinicultura marinha

Ambos os produtos são de acesso gratuito e voltados para diferentes públicos ligados a essa cadeia produtiva A carcinicultura (ou cultivo de camarão) é uma atividade em crescimento no país e que apresenta potencial para ir ainda mais longe. Em 2021, foram produzidas mais de 78,6 mil toneladas, com valor de produção maior que R$ 1,6 bilhão. Os números são da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Embrapa, recentemente, lançou dois produtos voltados para essa cadeia produtiva de valor: um livro e um curso. Ambos digitais, com acesso gratuito e que abordam o mesmo tema: compostos nitrogenados no cultivo de camarão marinho. O livro, que pode ser acessado e baixado neste link, tem como autora principal a pesquisadora Alitiene Pereira, da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), que é especialista em biologia de organismos aquáticos. Com linguagem clara e simplificada, a publicação trata de importantes aspectos do cultivo de camarão e outros organismos marinhos, que tem como um dos fatores mais críticos as concentrações de compostos nitrogenados, como amônia e nitrito, interferindo na qualidade da água usada nos sistemas. “O manejo adequado desses componentes no ambiente de cultivo é extremamente importante. Com as técnicas adequadas e aplicação de boas práticas, o produtor consegue manter níveis seguros de compostos nitrogenados na água do sistema, reduzindo riscos à produção e garantindo melhores resultados de produtividade”, explica a autora. Além de Alitiene, são autores do livro: a médica veterinária Hellen Kato, pesquisadora da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO); o engenheiro de pesca Valdemir de Oliveira, analista da Embrapa Meio-Norte (Teresina-PI); e especialistas em cultivo de camarão marinho da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e da DAP Projetos Aquícolas. Curso on-line Além do livro, a Embrapa lançou curso sobre compostos nitrogenados no cultivo de camarão marinho dentro de sua plataforma e vitrine de capacitações, o e-Campo. Disponível neste link, já são 270 inscritos, incluindo participantes que concluíram o curso. A organizadora é Hellen, que também colaborou com o livro. Segundo ela, “a grande vantagem da plataforma e-Campo, para nós, é a capilaridade. A plataforma possibilita que possamos chegar geograficamente a qualquer lugar, inclusive do mundo (temos vários alunos em outros países em cursos anteriores)”. A pesquisadora da Embrapa Pesca e Aquicultura segue dizendo que “todos os benefícios do on-line, como flexibilidade de horários e rotinas, possibilitam que mais pessoas possam aderir ao curso, considerando a rotina pesada e constante de quem trabalha nas criações e também de acadêmicos”. O curso foi desenvolvido considerando como públicos técnicos extensionistas com atuação em carcinicultura, produtores de camarão marinho e acadêmicos. São sete módulos técnicos e, no final, um oitavo com revisão de todo o conteúdo. O curso é uma forma de a Embrapa atender demanda da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). Tanto o livro como o curso são resultados do BRS Aqua, projeto que envolve mais de 20 Unidades e cerca de 270 empregados da Embrapa, além de bolsistas. Com forte caráter estruturante, já que por meio dele a empresa está incrementando sua infraestrutura de pesquisa em aquicultura, o BRS Aqua também se destaca na formação de recursos humanos especializados na área, sobretudo por conta das bolsas disponibilizadas. São três as fontes de financiamento: o Fundo Tecnológico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Funtec / BNDES); a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP / Mapa), cujo recurso está sendo operacionalizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e a própria Embrapa. Mais informações sobre o BRS Aqua nesta página. Serviço O que: livro e curso sobre compostos nitrogenados no cultivo de camarão marinho Onde: livro neste link e curso neste link Acesso: gratuito Clenio Araujo (6279/MG)Embrapa Pesca e Aquicultura Curadoria: Boi a Pasto

Embrapa estará presente na FENACAM. Levará um pacote de tecnologias para a carcinicultura e piscicultura

Será lançado, entre outros, durante o evento, o curso on-line e gratuito “Compostos nitrogenados em cultivo de camarão marinho”. Voltado tanto a produtores como a técnicos da extensão rural e a profissionais ligados ao ensino, o curso é dividido em oito módulos  A Embrapa Pesca e Aquicultura (Tocantins), estará, juntamente com mais quatro centros de pesquisas da empresa, presente na Feira Nacional do Camarão (FENACAM), que ocorre entre os dias 15 e 18 deste mês em Natal, capital do Rio Grande do Norte. As outras unidades são Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Instrumentação, Embrapa Tabuleiro Costeiros e Embrapa Recursos Genéticos  e Biotecnologia. Será lançado, durante o evento, o curso on-line e gratuito “Compostos nitrogenados em cultivo de camarão marinho”. Voltado tanto a produtores como a técnicos da extensão rural e a profissionais ligados ao ensino, o curso é dividido em oito módulos. Destes, sete são técnicos (que tratam de temas como quantidade de nitrogênio da amônia total produzido pela ração, ciclo do nitrogênio na carcinicultura, qualidade da água e sua importância no controle dos compostos nitrogenados e uso de fertilização mineral na água para sistemas de baixa salinidade) e o último módulo é de revisão de todo o conteúdo. A carga horária total é de 40h. Para mais informações, acesse a página do curso. Outro lançamento é do livro “Manejo de compostos nitrogenados na carcinicultura”. Com conteúdo parecido com o curso on-line, a publicação também é gratuita e pode ser acessada nesta página. – Em uma linguagem bastante didática, esta obra traz aspectos da cadeia produtiva do camarão, abordando conceitos como os principais sistemas de cultivo, as doenças que mais acometem os animais, entre outros – aponta a chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pesca e Aquicultura, Lícia Lundstedt. A Carcinicultura brasileira é o foco central da FENACAM (Foto: Embrapa) – Por ser um dos pontos mais críticos do cultivo, a qualidade de água e sua manutenção são abordadas de forma mais detalhada, destacando-se as formas de controle de compostos nitrogenados, as principais estratégias de fertilização de viveiros e os microrganismos envolvidos no consumo dos compostos tóxicos aos animais cultivados – completa. A publicação e o curso foram desenvolvidos em conjunto pela Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), pela Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO) e por instituições parceiras. Tecnologias  A Embrapa mostrará ainda três tecnologias voltadas à aquicultura. Uma delas, em fase de pré-lançamento, é o NIR ProximateTM, que permite análises sobre a qualidade de rações de peixe a um custo cerca de 10 vezes menor e de maneira extremamente rápida. Desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP) em parceria com a empresa Büchi Brasil, o novo método não usa reagentes químicos nem gera resíduos para o meio ambiente. A previsão é de que a partir de 2023 a tecnologia esteja disponível para o mercado. Mais informações  específica sobre o NIR ProximateTM, clique aqui. Outra tecnologia da Embrapa que estará presente no evento é a Sonda Acqua Probe, desenvolvida em conjunto pela Embrapa Instrumentação (também de São Carlos-SP) e a empresa Acquanativa Monitoramento Ambiental. É um equipamento que mede 12 parâmetros relacionados à qualidade da água, como oxigênio dissolvido, pH e temperatura. De uso bastante simples, a medição é feita em tempo real e pode acontecer remotamente (por meio de celular ou computador, por exemplo). Mais informações neste link. Ambas as empresas privadas parceiras no desenvolvimento das tecnologias estarão no estande da Embrapa durante o evento. Também será apresentada a Plataforma aquaPLUS, conjunto de ativos tecnológicos que realizam análises genéticas de matrizes e de reprodutores de diferentes espécies aquícolas. Na Fenacam, o foco será no serviço VannaPLUS, um desses ativos. Ele compreende ferramentas genômicas para análise, qualificação, certificação, manejo e melhoramento genético do Litopenaeus vannamei, principal espécie de camarão marinho cultivado no Brasil. A plataforma foi desenvolvida pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF); mais informações nesta página. Oportunidade  Daniele Klöppel, engenheira de aquicultura e analista de inovação da Embrapa Pesca e Aquicultura, estará na Fenacam. -A Embrapa estar neste evento com um estande é um grande avanço e fruto de um trabalho de articulação e aproximação institucional que foi intensificado nos últimos anos – diz ela. Referindo-se à abertura do evento a outras cadeias produtivas além do camarão marinho, Daniele entende que o evento cresceu ainda mais. – São dois simpósios internacionais, que trazem temas relevantes para a aquicultura nacional, com palestrantes de renome, nacional e internacionalmente. Ela vai fazer uma palestra em que apresentará informações institucionais e tecnologias como os testes de sexagem genética para tambaqui (mais informações aqui) e para pirarucu (mais informações aqui), o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica para Aquicultura, SITE Aquicultura (mais informações aqui) e o Centro de Inteligência e Mercado em Aquicultura, CIAqui (mais informações aqui). Além de Daniele, estarão na Fenacam a pesquisadora Andrea Muñoz e o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia Roberto Flores, ambos da Embrapa Pesca e Aquicultura, a pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros Alitiene Pereira e o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Alexandre Caetano. Os resultados que a empresa mostrará no evento estão relacionados ao BRS Aqua, projeto que envolve mais de 20 Unidades e cerca de 270 empregados da Embrapa, além de bolsistas. Com forte caráter estruturante, já que por meio dele a empresa está incrementando sua infraestrutura de pesquisa em aquicultura, o BRS Aqua também se destaca na formação de recursos humanos especializados na área, sobretudo por conta das bolsas disponibilizadas. São três as fontes de financiamento: o Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Funtec / BNDES); a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP / Mapa), cujo recurso está sendo operacionalizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e a própria Embrapa. Mais informações sobre o BRS Aqua nesta página. A Fenacam contará com palestras, discussões, exposições de trabalhos técnicos e estandes dos setores público e privado que trarão novidades sobre diferentes cadeias produtivas da aquicultura. *Fonte: Comunicação da Embrapa Pesca e Aquicultura.