Escolha da semente define produtividade e vida útil das pastagens

A escolha da semente é uma das decisões mais importantes na formação ou reforma de uma pastagem. Embora represente apenas entre 5% e 8% do custo de implantação, esse insumo influencia diretamente a produtividade, a durabilidade da área e o retorno econômico da atividade pecuária.
Capim-açu e moringa são alternativas para alimentar rebanho durante estiagem em RR

Com a previsão de queda no volume de chuvas e a aproximação da estiagem em Roraima, os produtores rurais precisam iniciar o planejamento para manter a produção. O manejo nutricional dos rebanhos exige cuidados diante da falta de água. O assunto foi destaque no Amazônia Agro deste domingo (5).
O zootecnista Jalison Lopes, responsável pelo setor de bovinocultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Roraima (UFRR), explica as alternativas para a produção de silagem e a estocagem de alimentos para o período.
Uma das opções é o capim-açu. A forrageira é fonte de proteína para os animais e chega a oferecer até 15% do nutriente com as técnicas de manejo.
Diferimento de pastagens: 5 passos para garantir pasto na seca

O diferimento de pastagens é uma das principais estratégias adotadas pelos pecuaristas para formar uma reserva de forragem e reduzir os impactos da escassez de alimento na época seca. No entanto, para que a técnica entregue bons resultados, não basta apenas vedar o pasto e aguardar sua utilização meses depois. A escolha da forrageira, o manejo adequado da área e a suplementação dos animais são fatores decisivos para o sucesso do sistema.
Produtores de Iporã (PR) enfrentam os desafios climáticos com o cultivo sustentável de grãos

Em Iporã, no extremo noroeste do Paraná, onde os solos são arenosos e naturalmente mais suscetíveis às variações climáticas do que em áreas argilosas, os produtores de grãos sabem como fazer a sustentabilidade jogar a seu favor. O Rally Cocamar de Produtividade passou por lá no dia 18/12, acompanhado do gerente técnico da cooperativa, Rodrigo Sakurada.
Eles não têm dúvidas: a braquiária – forrageira de origem africana que se adaptou muito bem às condições brasileiras – é a solução mais eficiente para ajudá-los a enfrentar os recorrentes problemas do clima, tanto para o caso de excesso de chuvas quanto para a falta de umidade.
A braquiária é semeada após a colheita da soja, no final do verão, em consórcio com o milho de inverno ou de forma solteira, podendo servir de pastejo para o gado durante os meses frios. Mas seu principal objetivo é proteger o solo com uma camada de palha para o plantio direto da soja, a cultura mais importante.