Volume é o maior já registrado pela empresa em um único mês no Brasil e acompanha o avanço da genética como ferramenta para melhorar eficiência produtiva e reprodutiva dos rebanhos

A Alta comercializou mais de 1,2 milhão de doses de sêmen bovino no Brasil em agosto, o maior volume mensal registrado pela empresa no país. A marca foi alcançada no ano em que a companhia completa três décadas de atuação no mercado brasileiro de genética bovina.
O resultado reforça o avanço da inseminação artificial nos sistemas de produção e a maior utilização do melhoramento genético como parte do planejamento das propriedades. Na pecuária de corte e de leite, a seleção de animais com características de interesse tem sido utilizada para buscar ganhos em produtividade, reprodução e eficiência dos rebanhos.
O volume alcançado em agosto também mostra a mudança de escala desse mercado. Em 2008, a Alta havia atingido a marca de 2 milhões de doses comercializadas durante todo o ano, resultado considerado recorde nacional pela companhia naquele período.
Nos anos seguintes, a empresa informa ter superado sucessivamente os patamares anuais de 3 milhões, 4 milhões, 5 milhões, 6 milhões, 7 milhões e 8 milhões de doses. Agora, foram mais de 1,2 milhão de unidades comercializadas em apenas um mês.
“Cada uma dessas marcas nos ensinou e nos preparou para chegar até aqui. Alcançar mais de 1,2 milhão de doses em um único mês demonstra o quanto evoluímos e a dimensão que a genética adquiriu nos sistemas de produção”, afirma Tiago Carrara, diretor da Alta Brasil.
Genética passa a integrar planejamento da produção
A evolução do mercado também está relacionada à forma como os pecuaristas passaram a incorporar a genética à gestão do rebanho. A escolha dos animais considera cada vez mais características produtivas, reprodutivas e funcionais alinhadas aos objetivos de cada sistema.
Na pecuária de corte, a seleção genética pode contribuir para características como ganho de peso, precocidade, eficiência alimentar e desempenho reprodutivo. Esses fatores podem ajudar a reduzir o ciclo de produção e melhorar o aproveitamento dos recursos disponíveis na propriedade.
Na atividade leiteira, os critérios podem envolver produção e qualidade do leite, fertilidade, longevidade e adaptação dos animais às condições de criação.
Dessa forma, a utilização de sêmen deixa de representar apenas uma decisão reprodutiva e passa a fazer parte de uma estratégia de médio e longo prazo para determinar as características das futuras gerações do rebanho.
Central reúne mais de 500 touros em coleta
Para atender diferentes sistemas de produção, a Alta mantém um portfólio de genética destinado aos segmentos de corte e leite. Na central da empresa em Uberaba (MG), mais de 500 touros estão atualmente em coleta.
A estrutura é complementada por programas de seleção e ferramentas voltadas a diferentes objetivos produtivos, além de equipes técnicas e comerciais que atuam nas principais regiões pecuárias brasileiras.
Segundo Carrara, o desafio é adequar a genética às características e às metas de cada propriedade. “O cliente está no centro das nossas decisões. O crescimento é consequência de compreender os desafios de cada sistema, oferecer genética capaz de gerar resultados e construir relações de confiança no campo”, destaca.
O recorde mensal ocorre em um cenário no qual tecnologias de reprodução e seleção genética ganham espaço como instrumentos para aumentar a eficiência dos sistemas pecuários. Mais do que ampliar o número de animais inseminados, o uso planejado dessas ferramentas permite direcionar a evolução do rebanho para características capazes de gerar impacto sobre produtividade e rentabilidade.
Fonte: Divulgação
Curadoria: Camila Gusmão para o portal Boi a Pasto






