eskişehir televizyon tamirDiş eti ağrısıAntika mobilya alanlarwordpress en iyi seo eklentilerihttps://www.orneknakliyat.comantika alanlarEtimesgut evden eve nakliyathayır lokmasıpendik evden eve nakliyatbeykoz evden eve nakliyatdarıca evden eve nakliyateskişehir protez saçavcılar lokmacıankara ofis taşımacılıgıankara parca esya tasımatuzla evden eve nakliyatAnkara implant fiyatlarıodunpazarı emlakmersin evden eve nakliyatığdır evden eve nakliyatvalizweb sitesi yapımıçekici ankaraAntika alan yerlerEtimesgut evden eve nakliyateskişehir web sitesiMedyumMedyumlarEtimesgut evden eve nakliyatankara evden eve nakliyatantika alanlarmamak evden eve nakliyatankara evden eve nakliyatankara evden eve nakliyatçankaya evden eve nakliyatistanbul saç ekimiEtimesgut evden eve nakliyatniğde evden eve nakliyateskişehir emlakgoogle ads çalışmasıtuzla evden eve nakliyateskişehir uydu tamirtomi club maldivespoodleeryaman evden eve nakliyatpoodlepomeraniandextools trendingdextools trending botfront run botdextools trending costdextools trending servicepancakeswap botcreate openbook market idNewsHair Transplantdextools botdextools trending algorithmcoinmarketcap trending botpinksale trending botGaziantep uygun evden eve taşımaköpek ilanlarıMedyumeskişehir evden eve nakliyatantika alanlarmersin evden eve nakliyatmarsbahiscasibomseo çalışmasıistanbul hayır lokmasıgoogle adsbeykoz evden eve nakliyat

abril 21, 2024

As abelhas e seus mecanismos de defesa


Um estudo realizado por pesquisadores da University of Sussex, do Reino Unido, revelou que, apesar de serem incapazes de ferroar como as abelhas da espécie Apis mellifera por terem o ferrão atrofiado, as abelhas sem ferrão apresentam diferentes mecanismos de defesa.

Pelo senso comum, as meloponíneas, chamadas de abelhas sem ferrão, ou ASF, são inofensivas, incapazes de se defender. Afinal, não ferroam… Ledo engano. Um estudo de universidades paulistas mostrou o oposto. Uma das defesas é “morder” o intruso, prendendo-se a ele, e o indivíduo até morre para proteger a colônia. Na espécie Trigona hyalinata, conhecida como guaxupé, as operárias chegam ao extremo de ter a cabeça separada do corpo, por não soltar a mandíbula, matando ou afugentando o predador ou saqueador. Morre mas salva seus ninhos-colônias, onde estão o estoque de comida (mel e pólen) e a rainha, que coloca os ovos para manter a colônia e as larvas que vão perpetuar a espécie.

Um estudo realizado por pesquisadores da University of Sussex, do Reino Unido, em colaboração com colegas da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) – ambas da Universidade de São Paulo (USP) –, revelou que, apesar de serem incapazes de ferroar como as abelhas da espécie Apis mellifera (a abelha africanizada) por terem o ferrão atrofiado, as abelhas sem ferrão apresentam diferentes mecanismos de defesa.

Dói menos, mas dói!

A mordida delas dói menos que a ferroada de uma abelha africanizada, mas pode ser suficiente para defender a colônia, afastando o agressor. Os próprios pesquisadores se transformaram em cobaias, para medir o nível de dor causado pelo ataque de cada espécie de abelha sem ferrão. Para tanto, colocaram seu próprio braço na entrada da colônia, provocando as abelhas, como se fossem um agressor. Classificaram a dor que sentiram entre 0 (pequena beliscada) e 5, uma mordida que causa uma dor desagradável, capaz de romper a pele se for persistente.

Os pesquisadores observaram que a mordida das abelhas do gênero Trigona é mais dolorida do que as outras espécies de abelhas sem ferrão. Observando na lupa, verificaram que elas possuem mandíbulas serrilhadas, parecendo possuir cinco “dentes” afiados.

Os pesquisadores resolveram testar a persistência das abelhas em defender sua colônia, cujo limite é o suicídio. Colocaram uma bandeira tremulando na entrada da colônia, aparentando um agressor. As abelhas “morderam” a bandeira, prendendo-se a ela. Então, tiveram suas asas puxadas com pinças, para ver se largavam o agressor, ou se preferiam ficar sem as asas – uma condenação à morte. As operárias de seis espécies de abelhas sem ferrão mais agressivas demostraram disposição de sofrer danos fatais e morrer, mas não soltavam a bandeira.

Outras formas de defesa

Já sabemos que as abelhas africanizadas utilizam seu ferrão, injetando uma toxina nos agressores, afastando-os e, em alguns casos, podendo mata-los. Na natureza, as abelhas escolhem locais bem protegidos, dentro de ocos de árvores grossas, numa cavidade entre pedras, ou no alto de árvores, dificultando o acesso de predadores naturais como forídeos, formigas, lagartos, aranhas, pássaros, sapos, entre outros.

Se o perigo for muito grande, as abelhas que percebem o risco – normalmente as guardiãs ou soldados – liberam substâncias voláteis, que alertam todos os demais membros da colônia. Esse alerta ajuda a formar um grande “exército”, que se une para combater o invasor. Algumas espécies, como a jataí (Tetragonisca angustula) possuem uma guarda reforçada perto do ninho, o que inclui uma “força aérea” de guardiãs que sobrevoam permanentemente a entrada do mesmo, para detectar qualquer perigo á colônia.

Há espécies de abelhas que, à noite, fecham a entrada do ninho com uma espécie de tela, que permite o ingresso de ar, mas impede a entrada de predadores. A teia é construída com cerume, que é uma substância formada pela mistura de cera e resina, que foram coletadas de plantas.

As abelhas vedam frestas no ninho com própolis, o que evita a entrada de predadores ou de microrganismos, como fungos ou bactérias. Algumas espécies de abelhas sem ferrão se defendem de invasores grudando bolinhas de própolis, em uma forma bem pegajosa, limitando os movimentos e podendo levar os agressores à morte.

Algumas espécies de abelhas sem ferrão possuem comportamento tímido e se escondem ao perceberem movimentação perto do ninho. O objetivo é dificultar ao agressor a localização do ninho. Já outras espécies se defendem atacando os invasores. Voam ao seu redor, enrolam-se nos pelos e cabelos, mordiscando com suas mandíbulas. Espécies de abelhas do gênero Oxytrigona, produzem uma substância cáustica nas glândulas mandibulares, que causam dor em contato com a superfície do corpo, podendo ocasionar queimaduras.

O comportamento defensivo das abelhas sem ferrão mostra o quanto nós, humanos, temos a aprender com insetos sociais. Eles colocam sua comunidade acima do indivíduo, e sacrificam a própria vida para defender o coletivo.

(*) Por Décio Luiz Gazzoni é engenheiro agrônomo, pesquisador da Embrapa e membro do Conselho Científico Agro Sustentável

Foto: Divulgação / Alfapress

Fonte: Revista Rural

Curadoria: Boi a Pasto

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter para ficar atualizado.

POST RECENTES

A tecnologia contra o desperdício de alimento

Em 27 de março, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) divulgou um dado alarmante:  mais de 1 bilhão de refeições foram desperdiçadas por dia, em 2022, em todo o mundo. Isso ocorre enquanto 783 milhões de pessoas passam fome e um terço da população mundial enfrenta algum tipo de insegurança alimentar, de acordo com o Relatório do Índice de Desperdício de Alimentos 2024. O impacto ambiental também impressiona, pois o desperdício de alimentos é responsável por emissões de gases de efeito estufa cinco vezes maiores do que as do setor de aviação.

Leia Mais »

USP e Embrapa oficializam parceria para pesquisas em rastreabilidade

Pesquisas voltadas à sustentabilidade da agricultura estão no foco de um novo acordo assinado no último dia 11 entre a Embrapa e a Universidade de São Paulo (USP). O protocolo de intenções acordado abrange o uso compartilhado do Centro de Agricultura Tropical Sustentável (STAC) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP.

Assinado durante o Fórum de Agricultura Tropical Sustentável, realizado na capital paulista, na USP, o documento tem como objeto trabalhos de desenvolvimento de métricas e selos de sustentabilidade ligados às práticas ESG, sigla em inglês para definir a abordagem de governança ambiental, social e corporativa.

Leia Mais »
hacklinkbig bass bonanzaSweet bonanza demoCasinoslotgates of olympus oynaSweet bonanza demosugar rush oynaCasinoslotBahisnowbayan escortTürkiye Escort Bayanbuca escortKlasoyun TwitterKlasoyun Giriş TwitterUltrabet TwitterBetsoo Giriş Twitterfethiye escortbornova escortmarsbahisDeneme Bonusu Veren Sitelercasibom girişŞişli escortizmir escortDenizli escortMalatya Escortşanlıurfa escortHacklinkBeşiktaş escortAtaşehir escortBeylikdüzü escortkadıköy escortcialisViagraBahis siteleriBeylikdüzü escortmasözmasözantalya escortcasibombetturkeyfixbetdeneme bonusu veren sitelerdeneme bonusu veren sitelercasibombets10jojobet girişpusulabetbaywinGrandpashabetcasibom girişholiganbet girişbettiltcasibom girişslot sitelerisekabetbetmatikbetkanyonsekabetholiganbetbetmatikcasibomcasibomcasibomcasibomcasibomcasibomcasibomcasibomcasibomhitbetsahabetsahabetbettiltvdcasinoilbetcratosroyalbettümbetbaywindinamobetelexbetsekabetbetkanyonbetmatikbetinetumbet girişslot sitelericanlı casino sitelericasino sitelerislot siteleribahis siteleribaywinİnterbahisbelugabahismadridbetcasibomgrandpashabetcasibombetsatbets10holiganbetbaywinMaltcasinohacklinkmatadorbetikimislivbetdeneme bonusu veren siteler1xbetbycasinomarsbahisikimisli girişen güvenilir slot sitelerideneme bonusu veren siteler