Ministérios: Senado aprova MP no último dia de prazo e confirma derrotas para Marina e Guajajara

O Senadoaprovou, com 51 votos a favor, 19 contra e uma abstenção, nesta quinta-feira (1º), último dia de prazo, a medida provisória (MP) da organização básica dos ministérios do governo Lula. O texto vai à sanção presidencial.
Editada pelo petista em 1º de janeiro, quando tomou posse, a MP alterou a estrutura da Esplanada dos Ministérios e ampliou o número de pastas de 23, do governo Jair Bolsonaro, para 37.
O que criadores de gado e frigoríficos fazem para evitar o desmatamento na Amazônia

A pecuária é a principal atividade econômica da Amazônia, e, por consequência, é a que mais utiliza áreas desmatadas da região. Essa ligação entre criação de gado e Amazônia é antiga, surgiu na década de 1950 e contou com incentivo do governo federal (clique aqui e saiba mais).
Atualmente, 41,6% do rebanho brasileiro está nos estados que compõem a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão). São mais de 89 milhões de animais e cerca de 29 milhões de pessoas.
“Brasil no escuro”: crise climática ameaça produção de energia elétrica, aponta relatório

Estudo realizado pela Coalizão Energia Limpa e organizado pelo ClimaInfo mostra que a matriz energética brasileira sofre com as mudanças nos regimes de chuvas e secas mais intensas
Inédita no Pantanal, certificação de créditos de carbono garante conservação de 135 mil hectares que abrigam o maior felino das Américas

O primeiro projeto certificado para a emissão de créditos de carbono na região do Pantanal foi anunciado nesta terça-feira (30) em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Formando um corredor de biodiversidade para a onça-pintada e outras dezenas de espécies animais em uma área de 135 mil hectares – equivalente a cerca de 200 mil campos de futebol –, o lançamento é a primeiro iniciativa REDD+ com emissão de créditos de carbono no bioma.
Medida da Febraban contra desmatamento segue linha de nova legislação da Europa que afeta o Brasil

SÃO PAULO E BRASÍLIA – A preocupação com o desmatamento da Amazônia é um fator decisivo nas negociações do Brasil com outros países, em especial os europeus. A medida a ser adotada pela Febraban, que não ofertará crédito a frigoríficos que compram gado de áreas desmatadas de forma ilegal, vai na mesma linha da recente legislação aprovada pelo Parlamento Europeu. Ela afeta as exportações brasileiras e deve facilitar a adequação do produto nacional às exigências para venda na União Europeia.
Banco do Brasil vai permitir compra de imóveis rurais em leilão com créditos de carbono

O Banco do Brasil vai permitir, pela primeira vez, que o pagamento por imóveis rurais leiloados seja feito com créditos de carbono, de modo parcial ou integral. Os lances estão abertos, e a sessão de disputa online ocorrerá em 7 de junho, pelo site www.lancenoleilao.com.br.
Segundo o banco, os créditos poderão ser usados com valor unitário máximo de R$ 88,27. Para serem aceitos no pagamento, eles devem ser gerados de acordo com padrões e termos reconhecidos pelo mercado regulado ou pelo mercado voluntário, como o “Verified Carbon Standard”. Também é possível pagar pelos imóveis totalmente em dinheiro.
Bancos vão negar crédito para frigoríficos que compram gado de áreas desmatadas: veja lista

Os bancos brasileiros só poderão conceder crédito para frigoríficos e matadouros que comprovarem que não compram gado de abate proveniente de áreas de desmatamento ilegal da Amazônia e do Maranhão.
A decisão vale para fornecedores diretos e indiretos e faz parte de um protocolo comum de autorregulação para a cadeia de carne bovina, aprovado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para combater o desmatamento na região.
Como se justifica a prospecção de petróleo em plena bacia amazônica quando as energias limpas e renováveis já são uma realidade?

O presidente Lula não deve estar conseguindo dormir direito, apesar de sua cama ultraconfortável que custou aos cofres públicos a bagatela de R$ 42 mil reais. Isso porquê, neste mês de maio, não páram de pipocar notícias antagônicas ao seu plano de Governo. A penúltima, da semana passada, veio da Petrobrás que submeteu ao Ibama um pedido de autorização para perfuração de poços de petróleo em plena bacia amazônica, a 500 kms da Foz do Rio Amazonas, e a 175 kms do Amapá. Bem, a estatal tem o direito de tentar prospectar novos poços onde bem entender, mas deveria respeitar a decisão do Ibama, que negou essa autorização. E o que ela fêz? Se fêz de tonta, e disse que vai entrar com recursos para ter o seu pedido analisado novamente pelo Ibama. Ou seja, respeito zero pela palavra do mais importante instituto brasileiro sobre o nosso meio-ambiente. Deu, literalmente, de ombros.
Petrobrás diz que vai recorrer contra veto à exploração de petróleo na bacia da foz do Rio Amazonas

Empresa afirmou que exploração do bloco é compromisso assumido com a ANP e que pode ter que pagar multa se não cumprir. Parecer do Ibama contra a exploração diz que, entre outros pontos, Petrobras não apresentou garantias para a fauna local em caso de acidente. MME diz que as ‘recentes discussões se referem a perfuração de apenas um poço para fins de pesquisa’.
No Japão, Lula sinaliza que exploração de novo pré-sal na Foz do Amazonas pela Petrobrás não está descartada

Projeto barrado pelo Ibama tem sido motivo de queda de braço entre os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Marina Silva (Meio Ambiente). Lula chega de viagem do Japão nesta terça-feira (23) e deve assumir a arbitragem