No Cerrado baiano, Aiba segue protegendo os mananciais hídricos por meio do Programa Nascentes do Oeste

A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) continua a fazer a diferença no cenário ambiental, por meio do Projeto Nascentes do Oeste, iniciativa que já contribuiu no processo de recuperação continuada de mais de 200 nascentes. Mais do que um número expressivo, o resultado reflete o compromisso com a preservação da biodiversidade e a sensibilização das comunidades locais, como os moradores de Missão de Aricobé, no município de Angical, no Cerrado baiano, que começam a reescrever a história local. Após décadas, marcada por degradação, como pisoteio de gado, solo compactado e avanço de processos erosivos, a região conhecida como Minadouro do Doge, contempla sete nascentes que estão em processo de restauração.
Agronegócio americano tem oportunidades para a indústria brasileira

A entrada de produtos desenvolvidos e fabricados no Brasil no mercado agrícola dos Estados Unidos representa uma oportunidade estratégica. Os americanos valorizam inovação tecnológica, eficiência operacional, confiabilidade e bom custo-benefício, características nas quais muitas empresas nacionais apresentam elevada competitividade, especialmente em segmentos como o preparo de solo, plantio, implementos e soluções adaptadas a diferentes realidades produtivas.
Recuperação de pastagens pode quadruplicar produtividade da pecuária, apontam estudos

O período chuvoso é considerado um momento estratégico para pecuaristas que desejam melhorar a qualidade das pastagens. Com a maior disponibilidade de água no solo, a correção do solo é favorecida, estimulando o crescimento das forrageiras.
Esse cenário cria condições ideais para o manejo das áreas de pasto e recuperação de áreas degradadas, um desafio presente em muitas propriedades pecuárias do país.
Capim-capeta avança sobre pastagens e pode reduzir produtividade em até 40% no Brasil

O avanço do capim-capeta (Sporobolus spp.) tem intensificado a pressão sobre a pecuária brasileira, com impactos diretos na produtividade das pastagens e na rentabilidade das propriedades. Considerada uma das plantas daninhas mais agressivas do campo, a espécie pode reduzir em até 40% a capacidade de lotação das áreas infestadas, comprometendo a produção de carne e leite.
Na prática, os prejuízos são significativos. Em uma fazenda com capacidade inicial de 2,0 unidade animal por hectare (UA/ha), a presença da planta pode provocar perdas de até 0,8 UA/ha. Com base em uma produção média de 16 arrobas por animal ao ano e preço de R$ 250 por arroba, a redução pode chegar a cerca de R$ 3.200 por hectare ao ano em receita.
Construção da fertilidade do solo é chave para recuperar pastagens degradadas, destacam especialistas

Evento em Minas Gerais apresenta práticas técnicas que elevam produtividade e sustentabilidade no campo A adoção de boas práticas na construção do perfil de fertilidade do solo é fundamental para a recuperação de pastagens degradadas e para o avanço de sistemas agropecuários mais intensivos e sustentáveis. O tema foi destaque no IV Dia de Campo […]
Digitalização da gestão de pastagens avança na pecuária, mas métricas de produtividade ainda são limitadas

A digitalização do manejo de pastagens começa a ganhar espaço na pecuária de corte brasileira como ferramenta para apoiar a tomada de decisões nas fazendas. Apesar do avanço tecnológico e das promessas de maior eficiência produtiva, especialistas apontam que o setor ainda carece de métricas consolidadas que comprovem, de forma padronizada, ganhos médios de produtividade por hectare.
Pecuária produz mais carne mesmo com redução da área de pastagens

A pecuária de corte brasileira tem avançado em produtividade nas últimas décadas e os números indicam uma mudança importante na forma de produzir carne no país. Mesmo com a redução da área destinada às pastagens, o setor tem conseguido ampliar o volume de produção por hectare, resultado associado ao uso de tecnologia, manejo técnico e estratégias nutricionais mais eficientes.
Dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes apontam que a área de pastagens no Brasil diminuiu cerca de 11,3% nas últimas duas décadas. No mesmo período, a produtividade por hectare praticamente dobrou, passando de 36,2 quilos para 65,8 quilos de carcaça bovina por hectare ao ano.
Estudo aponta que as mudanças climáticas poderão reduzir em até 50% o espaço de pastagem

O agronegócio, importante para subsistência humana na Terra, poderá perder metade do pasto utilizado para criação de bois e ovelhas até 2100, por conta das mudanças climáticas.
Ao mesmo tempo em que sofrerá o impacto, no Brasil é um dos setores responsáveis pela maior quantidade de emissão de gases do efeito estufa, principal causador do aquecimento global.
Plantas daninhas resistentes desafiam produtores

Soluções apresentadas pela IHARA durante a Expodireto Cotrijal destacam novas moléculas e estratégias de manejo para controlar plantas daninhas, percevejos e doenças da soja, em um cenário de custos elevados e margens mais apertadas O cenário da agricultura brasileira mudou nos últimos anos. Se antes o foco estava apenas em ampliar a produtividade, hoje o […]
Novo sorgo alia precocidade, alta rebrota e tolerância ao estresse hídrico

Uma nova variedade de sorgo forrageiro com porte entre 4 e 5 metros de altura começa a chegar ao mercado brasileiro com a promessa de elevar a produtividade nas propriedades rurais. Desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo em parceria com a Latina Seed, o híbrido BRS 662 — comercializado como LAS6002F — se destaca pelo alto rendimento e pela capacidade de rebrota.
Segundo a Embrapa, o ciclo da cultivar pode chegar a 125 dias e ultrapassar 80 toneladas de forragem por hectare com apenas um corte. Após a colheita, a rebrota pode atingir até 60% do volume inicial, ampliando o aproveitamento da área e reduzindo custos de produção.